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segunda-feira, 7 de junho de 2021

10 REQUISITOS DO EXÉRCITO PARA CRIAÇÃO DO JEEP

Como várias coisas úteis hoje, o Jeep nasceu de uma necessidade militar - foi feito para guerra. Tudo começou nos anos 1900 quando o exército americano queria um veículo de reconhecimento rápido. Várias tentativas foram frustradas até que lançaram uma lista de exigências e intenções enviada para 135 construtores, mas apenas 2 se manifestaram. As exigências eram complicadas como peso e o prazo para apresentação.



O engenheiro Karl Probst, da Bantam, aceitou o desafio e em 18 horas de trabalho estava com os esboços prontos do que virou um dos maiores ícones da indústria automobilística, o Jeep. E por incrível que pareça, em 23 de setembro de 1940, ele e Harold Crist chegaram à base militar faltando meia hora para o término do prazo. Daí para frente, ainda aconteceram muitas disputas entre a pioneira Bantam e as fábricas que a seguiram: a Willys e a Ford.



1. Peso
Peso máximo de 1.200 lbs (544 kg) e capacidade de carga de 600 lbs (272 kg).
2. Sistema de tração
Tração 4×2, 4×4 e 4×4 reduzida.
3. Carroceria
A carroceria deveria ser em aço, de fácil construção, e com capacidade para motorista e mais três passageiros.
4. Tamanho
Entre-eixos máximo de 75 polegadas, bitola de 47 pol. e vão livre mínimo de 6 1/2 pol.
5. Armamento
Suporte para calibre 30 preso ao chassi e para-brisa retrátil.
6. Segurança
Freios hidráulicos e eixos flutuantes.
7. Desempenho
Ângulo de ataque de 45º e de saída de 40º.
8. Velocidade
Mínima de 4,8 km/h e velocidade máxima de pelo menos 80 km/h.
9. Motor
Com torque mínimo de 85 ft/lb (11,7 kgfm).
10. Prazo
49 dias para a entrega do carro piloto e 79 dias para entrega de 70 veículos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Radar escondido é proibido; veja como evitar multas

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu a aplicação de multas geradas por radar escondido ou camuflado no Brasil. A decisão foi publicada na edição desta quarta do Diário Oficial do União e passa a valer a partir do dia 1º de novembro de 2020. As informações são da edição online do jornal O Estado de S. Paulo.

Contran proibiu aplicação de multas a partir de radar escondido

Com as novas regras, todas as vias monitoradas por controladores de velocidade devem ter placas indicando a presença desses dispositivos. A novas resolução determina ainda que as autoridades devem divulgar em seus sites oficiais detalhes de todos os trechos fiscalizados. A regra vale tanto para radares fixos quanto móveis

Além da aplicação de multas com radar escondido, pelas novas regras, também fica proibido o uso de radares sem câmera fotográfica. Haverá ainda restrições à instalação de radares do tipo lombada eletrônica. Pela nova legislação, esse tipo de dispositivo só poderá ser utilizado em vias consideradas críticas.

O novo pacote de regras, afirma ainda que, nos locais onde houver redução gradual de velocidade, será obrigatório sinalização indicando. De acordo com o Contran, essa medida visa eliminar a instalação de radares em pistas nas quais haja variação do limite permitido de velocidade.

Esconder radares entre placas, atrás de postes, árvores e muros também será proibido a partir do dia 1º de novembro.

Multas por radar escondido serão proibidas; mapa será obrigatório

Além de proibir a aplicação de multas a partir de um radar escondido, a nova resolução do Contran determina ainda que as autoridades de trânsito de cada Estado divulguem na internet um mapa com a localização de todos os trechos fiscalizados.

Outra medida aprovada e que entra em vigor a partir de 1º de novembro é a inclusão de informações sobre o seguro DPVAT no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo eletrônico (CRLV-e). A medida é para facilitar o acesso a dados relativos ao seguro obrigatório. Isso inclui a quitação de pagamento, tipo de cobertura e valores.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Veja as novas regras para tirar a CNH após resolução do Contran

Quem procura uma autoescola para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vai encontrar novas regras e menos exigências no processo para retirar o documento com relação a algumas categorias. Desde de segunda-feira, data em que a resolução 778 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) entrou em vigor, uma série de mudanças passaram a valer. A alteração mais significativa foi o fim da exigência do uso do simulador nas autoescolas e, consequentemente, a redução do número de horas/aulas. 


De acordo com a resolução do Contran, na categoria B, que abrange carros, o uso do simulador no processo de formação dos condutores passa a ser facultativo. Desde 2014, o uso do simulador nas autoescolas era obrigatório. Com o fim da obrigatoriedade, houve redução no número de horas de aulas práticas exigidas, que voltam a ser de 20 horas, mesma carga horária de antes de o simulador ter sido adotado. A exigência da aula noturna também caiu de 5 horas para 1 hora/aula. 

A mudança é ainda mais significativa nas regras do processo de habilitação de futuros condutores de ciclomotores, veículos com motor de até 50 cilindradas, conhecidos como cinquentinhas. Os interessados em obter a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) poderão realizar apenas as provas, sem passar pelas aulas teóricas e práticas. Somente no caso de reprovação, o candidato deverá frequentar as aulas práticas. Essa mudança será válida apenas por um ano, a partir da vigência da nova resolução. 

Em setembro de 2020, as aulas práticas voltam a ser exigidas, mas apenas cinco horas serão obrigatórias, sendo uma delas noturna. Atualmente, a exigência é de 20 horas. Os candidatos também poderão usar o próprio veículo no exame prático, desde que o carro não tenha mais do que cinco anos de uso.

Desburocratização

As mudanças foram anunciadas em junho pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que, na época, falou em “desburocratizar” as etapas do processo de formação do condutor. Em junho, Bolsonaro comemorou a decisão e afirmou que o custo da CNH será “reduzido em aproximadamente R$ 300 reais”. A redução de custo realmente aconteceu. Todas as cinco autoescolas procuradas pela reportagem diminuíram o custo do processo. Os cursos para tirar uma carteira na categoria B caíram, em média, R$ 282. A menor variação de preço encontrada foi de R$ 200 e a maior, de R$350.

Especialistas em segurança do trânsito acreditam que, apesar do ganho individual por causa da diminuição do preço, as mudanças representam um sinal retrógrado. O consultor e sociólogo Eduardo Biavati se preocupa com futuros condutores. “Isso sinaliza que não está sendo exigido dos nossos condutores um preparo maior do que era exigido. Não estamos caminhando no sentido de impor coisas, mas de reduzir o grau de exigência. É um sinal ruim, porque indica um caminho de simplificação”, avalia. 

Para o especialista, o ganho individual não deve se sobrepor à coletividade. Na opinião de Bivati, as exigências para o porte do documento de habilitação são “elementos importantes da segurança no trânsito”. Ele acredita ainda, que a resolução pode afetar também o futuro das leis do trânsito. “Elas puxam o carrinho de outras medidas mais perigosas, que têm a ver com a pontuação na carteira e controle de velocidade, por exemplo”.

O que muda nas autoescolas com a resolução 778 do Contran

- Acaba a exigência de uso do simulador nas autoescolas para tirar a CNH da categoria B (carros). Aulas com o aparelho passam a ser facultativas;
- A carga horária das aulas práticas da categoria B passa de 25 para 20 horas, como era antes da obrigatoriedade do simulador;
- Para obter a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), os condutores farão apenas as provas, sem passar pelas aulas teóricas e práticas. Se forem reprovados, terão que passar por aulas práticas. Esta regra será válida por um ano;
- A partir de setembro de 2020, voltam a ser exigidas aulas práticas, mas apenas 5 horas serão obrigatórias, sendo uma delas noturna. Atualmente, a exigência é de 20 horas;

Fonte https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2019/09/17/interna_nacional,1085758/veja-as-novas-regras-para-tirar-a-cnh-apos-resolucao-do-contran.shtml

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Rally dos Sertões 2019 anuncia chegada em praia paradisíaca do Ceará

A largada e a chegada do Rally dos Sertões 2019 já estão definidas. Uma das maiores provas off-road do mundo vai começar em Campo Grande, no Estado do Mato Grosso do Sul, e decidiu alterar a chegada de Goiânia para uma praia paradisíaca do Ceará, ainda mantida em segredo pela organização. A competição será de 24 de agosto a 01 de setembro e terá cerca de 4.000 quilômetros, passando por roteiros inéditos.

As belezas naturais do Ceará já foram cenários para várias chegadas do Rally dos Sertões. Em 2018, a competição saiu de Goiânia e terminou nas areias da Praia de Iracema, no centro de Fortaleza.


“Chegar na praia é desejo da maioria dos competidores depois de enfrentarem 4.000 quilômetros pelo interior do sertão brasileiro. Queremos fazer uma chegada inédita, onde o último trecho cronometrado acontecerá em um circuito de cerca de 15 quilômetros mesclando praia e dunas, proporcionando um grande show para os competidores, público e para a TV”, diz Marcos Moraes, sócio responsável pela parte técnica do Rally dos Sertões.

O roteiro detalhado da competição, com todas as cidades, estados e a praia exata da chegada no Ceará, será anunciado em 2019, depois que a organização fizer o levantamento do percurso, o que normalmente acontece até o mês de maio.


Campeonato Sul-Americano

Na edição de 2019 o Rally dos Sertões fará parte pela primeira vez do Campeonato Sul-Americano de Rally Cross Country, que terá ainda corridas no Peru, Paraguai e Argentina. A organização quer fazer com que a edição de 2019 seja um marco para os pilotos sul-americanos, mostrando não apenas a qualidade técnica da prova, mas também paisagens épicas do Brasil com trechos de deserto, savana, serras e as dunas do litoral do nordeste brasileiro.

O Rally dos Sertões é aberto para as categorias carros, motos, quadriciclos e UTVs, no velocidade, regularidade para carros (o que vale é manter a velocidade média determinada pela organização), e expedições turísticas para carros e motos. Em 2019, o Sertões completa 27 anos.

As inscrições para o Rally dos Sertões 2019 ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial www.sertoes.com ou pelo telefone +55 (11) 4191-0133.

sexta-feira, 10 de março de 2017

10 coisas que todo motorista de carro deveria saber sobre caminhões antes de pegar a estrada

Eis aqui uma matéria que há muito buscava, por favor, leiam. 👍🚒🚒

A auto-escola não ensina, então o pessoal não aprende, mas existem muitas coisas que todo motorista de carro deveria saber sobre caminhões antes de cair no trecho.


1 – Eles são mais lentos

Pode reclamar, ficar bravo, espernear, mas não tem o que fazer, a velocidade máxima permitida por lei para um caminhão é 90km/h, logo, não importa se a pista permite que o carro vá a 120, quando um caminhão for ultrapassar outro veículo, ele deverá ir, no máximo, a 90km/h. Por isso, tenha paciência, não dê farol alto, não buzine, não xingue. Muito melhor um caminhão que respeita esse limite que um em alta velocidade colocando todos em risco.



2 – Eles têm menos agilidade
Claro, afinal, são muito maiores. Por isso, se um caminhão começar uma manobra a sua frente, não aumente a velocidade para impedir que ele continue, não jogue o carro pra cima, apenas tenha paciência, já já ele volta pra pista dele, até porque, se ele for pego fora da faixa da direita sem um motivo, ele leva multa, então assim que ele terminar a manobra ou a ultrapassagem, ele deve voltar pra sua faixa, e você pode seguir sua viagem.


3 – Eles são mais altos
E, por esse motivo, as vezes, a faixa da direita pode ser um problema, principalmente quando as árvores da lateral da pista não são podadas corretamente. Aí, para não chocar o caminhão com algum galho, o motorista pode recorrer à faixa do meio. Por isso, quando um caminhão invadir a faixa do meio aparentemente sem motivos, dê uma olhada em volta antes de julgá-lo.


4 – Eles sentem mais os buracos da pista
E esse é outro motivo que faz com que eles, as vezes, fujam da faixa da direita, que costuma ser mais irregular. Se o motorista está arriscando tomar multa e andando na faixa do meio, ele deve ter um bom motivo pra isso, que também pode ser faixa da direita muito estreita, pedaços de outros veículos no acostamento e tantas outras coisas.



5 – Eles enxergam mais longe
Você pediu passagem (dando seta para a esquerda e não farol alto) e o motorista respondeu com seta pra esquerda também? Entenda o sinal. Ele não quer ultrapassar outro veículo antes de você. O mais provável é que ele, por ver mais longe, esteja vendo outros veículos vindo na direção contrária e está te sinalizando que se você fizer a ultrapassagem agora, pode se envolver em um acidente. Quando ele der seta para a direita, aí estará indicando que o caminho está livre.


6 – Eles, provavelmente, estão dirigindo há horas
E podem estar cansados, sob pressão. Podem ter sido desrespeitados pelo encarregado, porteiro, carregador, policial, e por isso podem estar estressados. A atividade de motorista de caminhão é uma das que mais causa adoecimento no Brasil, por isso, tenha paciência, não provoque, não xingue, respeite essa atividade.


7 – Eles estão levando a mercadoria que você vai usar

Se você acha que caminhões atrapalham o trânsito, então imagine você tendo que ir na horta buscar suas verduras e legumes, na roça buscar seu arroz, no pasto buscar sua carne e até pro Pará buscar seu açaí, será que dá? Não, não dá. Então, se você ajuda a provocar um acidente com um caminhão, é a sua mercadoria que não vai chegar ou que chegará mais cara.



8 – Eles são ainda mais lentos na subida
Você está vindo tranquilamente atrás de um caminhão a 90km/h, aí começou uma subida e a velocidade do caminhão caiu pra 60km/h. O que você faz? Sair pela esquerda no momento mais seguro é a melhor opção. Não é porque o motorista quis. Ele bem que preferiria continuar a 90, mas a maior parte de nossos caminhões são antigos e podem perder até 50% da sua velocidade numa subida. Por isso, não fique bravo, se vir que lá na frente tem uma subida, já saia de trás do caminhão antes ou diminua sua velocidade, evitando batidas traseiras ou colisões laterais ao tentar ir pra esquerda quando já estiver em baixa velocidade.


9 – Eles têm mais pontos cegos
Pense nos pontos cegos do seu carro, que tem mais ou menos uns 4 metros de comprimento. Agora imagine um caminhão com 15m. Os pontos cegos são muito maiores. Existe uma regra que ajuda muito os motoristas de carro: se você consegue ver o condutor de um caminhão, ele também consegue te ver. Ou seja, se você colar na traseira de um caminhão, não verá o condutor, aí ele também não te vê e um acidente pode acontecer (sem falar que é obrigatório por lei manter distância segura do veículo da frente). O mesmo vale para quando você estiver na lateral do caminhão ou quando ultrapassá-lo, não volte para a faixa colado nele, dê espaço para ter certeza que o caminhoneiro te viu entrando na frente dele.


10 – Eles precisam de (muito) mais espaço para frear
Você está trafegando a 80km/h e decide que é um bom momento para ultrapassar um caminhão. Dá uma olhada rápida e vê que tem um espaço entre os dois caminhões a sua frente. Acelera, passa o caminhão, entra na frente dele e freia para não colidir com o da frente. Freia na certeza que o caminhoneiro vai frear também. Mas o que muita gente não sabe é que enquanto um carro comum, a 80km/h, precisa de mais ou menos 40 metros para frear, um caminhão com 40 toneladas de carga precisa de 98 metros para parar, já um com 60 toneladas vai precisar de 108 metros. E tudo isso ainda pode variar de acordo com as condições da via, o tipo de carga carregada, a tecnologia do caminhão e tantas outras variáveis que fica muito difícil para o motorista de carro avaliar tudo isso em milésimos de segundo, quando decide ultrapassar. Por isso, só ultrapasse quando tiver certeza que é seguro.


Bônus: Eles são, em sua maioria, gente boa
Todo mundo tem uma história pra contar de um caminhoneiro que fez uma besteira na estrada, mas todo mundo também tem uma história de médico ruim, eletricista ruim, garçom ruim e por aí vai, ou seja, em todas as profissões tem gente boa e gente ruim. Sempre que você vir um caminhão fazendo loucura na pista, olhe em volta e veja quantos outros estão andando corretamente. Quem anda corretamente não chama atenção, por isso ficamos com a impressão que motorista de caminhão “é tudo louco”, mas não são. Use a experiência e perícia que eles têm. Comunique-se com eles no trânsito de forma amigável e verá como eles podem contribuir para uma relação mais segura e tranquila no trânsito.


Fonte: http://www.penaestrada.com.br/10-coisas-que-todo-motorista-de-carro-deveria-saber-sobre-caminhoes-antes-de-pegar-a-estrada/

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Imprudência é principal causa de acidentes em feriados, diz PRF

Excesso de velocidade e as ultrapassagens em lugar indevido são as principais causas de mortes nas estradas do país.

04/06/2015 – às 11h – Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas
Os feriados prolongados são sinônimo de descanso e diversão para milhões de brasileiros que planejam aproveitar esses dias de folga para viajar para o litoral ou campo. Mas esse momento tão aguardado tem acabado de forma trágica para muitas famílias por conta da imprudência ao volante. Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o excesso de velocidade e as ultrapassagens em lugar indevido são as principais causas de mortes nas estradas do país, principalmente, nos feriadões.

“As campanhas de conscientização são importantes, sem duvida nenhuma, agora, a redução dos acidentes está ligada também ao traçado da via e as sinalizações que não são respeitadas pelos motoristas. Muitas vezes o condutor está com pressa, quer chegar logo e acaba não atentando a detalhes que acabam ocasionando acidentes graves, com lesões graves e mortes”, disse o agente da PRF Wanderley Francisco Soares.

Em 2014, segundo a PRF, 200 pessoas morreram em acidentes de trânsito nas rodovias federais que cortam o Distrito Federal (Brs 020, 040, 050, 060, 070, 080 e 251). Mais de um terço dessa mortes, 67 ao todo, foram decorrentes de colisão frontal. Neste ano – até maio – , 104 pessoas morreram em acidentes nessas rodovias, sendo que 45 ocorreram colisões frontais (43,26%).

Apesar desse tipo de acidente não ser o mais recorrente, ele é o mais letal, conforme os dados da PRF. Foram 90 ocorrências em 2014 (3,17% dos acidentes) e 35 este ano (3,52%). “Na medida do possível, nesses feirados prolongados atuamos em pontos críticos para tentar evitar colisões e fazer alerta aos condutores”, disse Soares.

Em 2013, foram registrados 3.4227 acidentes nas BRs que cortam o Distrito Federal, com 216 mortes, 642 feridos graves e 1.970 feridos leves. As principais causas foram as colisões traseiras (1.086), saída de pista (576) e colisão lateral (559). Apesar de uma redução do total de acidentes em 2014 (2.837), o número de mortes foi praticamente o mesmo, 200 ao todo.

Apenas nos cinco primeiros meses de 2015, já foram registradas 104 mortes nas rodovias federais que cruzam o DF. Dessas, 45 ocorrem depois de colisões frontais, 14 após colisão transversal e 13 após colisões traseiras.

Fonte: http://campos24horas.com.br/portal/noticias/imprudencia-e-principal-causa-de-acidentes-em-feriados-diz-prf/#.VXEAEtJViko

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Polaris lança Ranger EV e Ranger Crew Diesel 2015

Após conferir de perto as proezas dos UTVs na FECAJEEP-2014 e, de conhecer e conversar com o campeão e gerente dos produtos Polaris no Brasil - Nuno Fujo - pude perceber a força dessa modalidade e seu promissor crescimento no mercado. Para conferir e entender melhor, confira a matéria a seguir: 

Foto: Divulgação
A Polaris, empresa líder mundial no segmento de ATV (quadriciclo) e side-by-side (UTV), anuncia a chegada das novas versões dos veículos Ranger Crew Diesel 2015 e Ranger EV.

Os novos modelos, que passaram por alterações significativas, trazem novidades, como design renovado, nova motorização, inovações na suspensão, mais espaço no interior da cabine e aumento do conforto para motorista e passageiros.

Focada em utilizações comerciais para o trabalho no campo ou para o deslocamento em propriedades rurais, a linha Ranger é composta por veículos versáteis e robustos que permitem acesso fácil e rápido a todo tipo de terreno fora de estrada. “A linha Ranger é um sucesso de vendas no mundo todo e acreditamos muito no potencial desses modelos no mercado brasileiro. Além de não terem concorrentes direto em nosso país, o Ranger EV é o único side-by-side elétrico do mercado com tração 4x4. Já o Ranger Crew conta com a força do motor a diesel e com a capacidade de levar até seis ocupantes”, conta Rodrigo Lourenço, diretor da Polaris na América do Sul.

RANGER CREW DIESEL 2015

O RANGER Crew Diesel comporta seis ocupantes adultos confortavelmente e é perfeito para quem precisa da potência a diesel. O novo Motor Kohler 1000 é a grande novidade da versão 2015. O propulsor de 1028cc possui 3 cilindros, gera 24 cv de força e conta com comando de válvulas no cabeçote. 


A nova versão possui faróis maiores que permitem uma iluminação mais abrangente, painel de instrumentos e interior com novo desenho e porta-objetos. O modelo tem capacidade de 119L de armazenamento, duas tomadas 12v de fácil acesso, instrumentos centralizados com o volante e nova alavanca de troca de marcha.

Sua suspensão dianteira é equipada com braços duplos e a traseira, com suspensão independente, ambas tiveram o curso aumentado para 10” (25,4cm). Neste novo chassi, a distância entre eixos passou de 274 cm para 287 cm, com uma altura livre de 28,7cm. Estas mudanças melhoraram o conforto para os passageiros, como também, a capacidade de transposição de obstáculos, mesmo carregando o peso total de 793,8 kg ou rebocando os 907,2 kg. O carro também recebeu um tanque de combustível com capacidade de 37,9L.

RANGER EV (ELÉTRICO)

O único side-by-side (UTV) elétrico do mercado, não poluente e silencioso, possui tração real 4x4 sob demanda. A recarga pode ser feita com o padrão 110v. As novidades da versão 2015 do Ranger EV ficam por conta do novo desenho que lhe deu mais espaço interno e facilidade na entrada e saída dos ocupantes. Além disso, o modelo tem novo painel, regulagem da altura do volante com display centralizado para informações das baterias. Outro detalhe é em relação ao freio de mão, que passou a ficar entre o condutor e o passageiro, e o novo porta-objetos no painel central.


A suspensão dianteira, equipada com braços duplos, passou a contar com um curso de 9” (22,9cm), assim como a traseira, que vem com suspensão independente. Outra novidade é sua nova capacidade de reboque, que aumentou 20% em relação ao modelo anterior, passando de 567 kg para 680,4Kg. O entre eixos se manteve com 182,9cm, assim como a altura livre do solo, com 25,4cm.

Mais informações sobre a linha completa de veículos off-road da marca em www.polarisbrasil.com.br.

Informações: SD&PRESS CONSULTORIA

Fonte: http://www.webventure.com.br/h/blogs/blog-do-deco

E para quem quer apreciar um pouco mais vem aí a 5ª Etapa do Polaris Cup 2014 a prova acontece no dia 27 de setembro, na cidade de Inhaúmas, ao lado de Sete Lagoas, à 70 km de Belo Horizonte.

 

PROGRAMAÇÃO

08:00 Vistoria administrativa e técnica
09:30 Briefing da prova
10:30 Largada da primeira bateria
12:00 Largada da segunda bateria
13:30 Largada da terceira bateria
14:40 Largada categoria feminina
16:00 Premiação

Mais informações: www.polariscup.com.br

terça-feira, 11 de março de 2014

Dica: Condução em lama, barro e terra molhada

No inicio de fevereiro passado, trouxe para vocês algumas dicas de como colocar o seu 4X4 na água, hoje trago dicas excelentes para quem vai colocar a sua máquina na lama. Confira aí:



Em estradas de terra com chuva a atenção precisa ser redobrada, uma vez que a aderência ao solo fica extremamente reduzida. Por isso decidimos nesta matéria, colocar algumas dicas de como conduzir seu 4x4 em algumas situações de solo molhado ou lama.



Sem atoleiros ou lama:

- Primeiramente reduzir a velocidade;
- Utilize a tração 4x4 Hi;
- Mantenha sempre uma marcha reduzida para poder ter o motor à mão. Em veículos AT utilize a 2 ou até mesmo a L, dependendo da velocidade de deslocamento;


- Nas subidas e descidas íngremes faça uma verificação a pé, olhando a extensão do trecho, possibilidades de escoramento caso o veículo aderne. Nas subidas e descidas escorregadias utilize sempre a reduzida e nunca freie ou deixe em neutro/debreado o veículo, apenas controle a aceleração e o freio motor. No caso de perda de controle na descida acelere o veículo para retomar seu controle, mas apenas se tiver experiência em controlar o veículo em velocidade nestas situações. A correção de trajetória é um jogo entre a direção e a aceleração. O grande perigo das subidas e descidas ingremes é o capotamento do veículo;
- Reduzir a pressão dos pneus melhorando sua área de contato ajuda um pouco.

O ideal para quem vai utilizar constantemente, pelo menos no período de chuvas este tipo de estrada é possuir um jogo de correntes para os pneus do veículo, deixando o mesmo com grande aderência ao solo e condições de tração e dirigibilidade. Caso o veículo não consiga subir uma ladeira molhada ou a descida seja extremamente perigosa o ideal é esperar parar de chover e deixar secar um pouco a estrada. Prudência nunca é demasiada.

Lama / Atoleiro

Dirigir um veículo em um trecho de atoleiros é desgastante e dependendo da situação é extremamente perigoso. Algumas dicas de como se deve conduzir nos atoleiros:


- Logicamente que redução de velocidade é primordial, até porque não se tem o controle do veículo dentro de um atoleiro, principalmente quando os pneus ficam com uma capa de lama que impede o atrito e com isso a perda da tração e dirigibilidade é inevitável;
- Para ultrapassar o trecho é recomendado o uso da 4x4 reduzida, evitando assim acelerações bruscas e resultando na perda de trajetória.
- Antes de enfrentar o trecho deve-se fazê-lo a pé, munido de uma vara. Isso é necessário para a verificação de pedras e paus escondidos no meio da lama, que podem provocar um acidente e danificar seriamente o veículo. A utilização da vara é para verificar as profundidades no trecho, uma vez que poças de águas podem esconder buracos profundos;


- Fuja dos facões deixados por veículos mais altos, uma vez que poderá ficar com suas rodas no ar. Caso não seja possível fugir dos facões o mais indicado é colocar uma roda entro do facão e outra na parte superior e lentamente, para evitar cair com as 4 rodas nos facões, conduzir o veículo nessa posição.

Devemos lembrar sempre que conduzir veículos em estradas de chão ou lama, devemos estar com pneus adequados para este tipo de solo. Caso o veículo utilize freqüentemente este tipo de estrada, ou vá fazer uma viagem que tenham trechos como estes, devemos possuir equipamentos especiais. Estes equipamentos são primordiais para auxiliar na passagem de atoleiros, bem como ajudar no resgate do veículo em caso de atolamento.

Os principais equipamentos são:

· Guincho de arrasto, utilizado para puxar veículos atolados ou desatolar o próprio veiculo em que está montado;


· Cintas de reboque, cabos de aço e sintas de amarração. Equipamento utilizado para puxar outro veículo, bem como prender o cabo do guincho em uma árvore, obtendo um ponto de amarração;
· Patescas. Roldanas para cabo de aço que aumentam a ação do guincho;


· Pás e enxadas;
· Caso os pneus sejam AT ou MTs o uso de corrente é imprescindível;
· Macaco Hi-Lift. Importantíssimo e imprescindível, uma vez que pode substituir um tirfor e guincho. 

Em caso de atolamento antes de utilizar o guincho ou qualquer outro equipamento de resgate devesse tentar liberar as rodas e os cardas com a enxada e pá, e sempre auxilie o guincho com patescas e veículo tracionado com reduzida.


Por: Sérgio Holanada