Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Óleo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Óleo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Petrobras anuncia reajuste de 10,2% na gasolina e de 15% no diesel

Tá cada vez mais tenso. Desse jeito vamos pagar para trabalhar.

Em 2021, a gasolina acumula alta de 34% e o diesel, de 27%, conforme a Associação dos Engenheiros da Petrobras. O Sindicombustíveis-DF diz que, desde sexta-feira (12), a gasolina subiu R$ 0,40 para os postos e valor será repassado.


A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (18/2), mais um reajuste no preço dos combustíveis nas refinarias. A partir da sexta-feira (19), o valor médio do litro da gasolina será de R$ 2,48, alta de 10,2%, após reajuste de R$ 0,23. O preço médio do diesel será de R$ 2,58, depois de aumento de R$ 0,34 por litro, uma elevação de 15%.

Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF), desde a sexta-feira passada (12), a gasolina já sofreu aumento de R$ 0,42 por litro. Além dos reajustes da Petrobras, houve elevação do etanol anidro e revisão da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Daqui a 15 dias, o governo do DF vai revisar novamente o preço médio e teremos novo aumento”, afirmou o presidente do sindicato, Paulo Tavares.

A Petrobras já promoveu oito aumentos seguidos no preço da gasolina, disse Tavares. Apenas em 2021, segundo a Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), o combustível acumula alta de 34%. O diesel, como o reajuste que vai vigorar na sexta-feira, terá acumulado 27% de aumento este ano. Vale lembrar que os caminhoneiros de todo o país ameaçaram fazer uma greve em 1º de fevereiro, justamente por conta do alto preço do óleo diesel. Como o combustível é utilizado no frete, o aumento pesa na inflação de quase todos os produtos.

Tavares, do Sindicombustíveis-DF, questiona a política de preços da Petrobras, que é alinhada à paridade internacional. “O último reajuste elevou a gasolina em R$ 0,15. Agora, aumenta em R$ 0,23. A isso se soma o aumento do etanol anidro, no sábado (13), com impacto de R$ 0,10 no litro e mais a revisão do ICMS, outros R$ 0,10. De sexta-feira para cá, ou seja, em praticamente uma semana, o litro da gasolina aumentou mais de R$ 0,40”, lamentou.

O empresário destacou que a margem bruta da revenda está entre R$ 0,20 e R$ 0,50. “Com os R$ 0,40 de aumento, tem posto que vai trabalhar com margem negativa. Como vão ficar os preços nas bombas depende de cada posto, dentro da sua política de preços, sua capacidade de absorver os aumentos e também de estoque”, ressaltou. Ele lembrou que o barril de petróleo disparou, como alertou o Correio.

Para o assessor executivo da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Marlon Maues, a questão do preço dos combustíveis transcende a categoria dos caminhoneiros. “O aumento do diesel impacta na indústria naval, no agronegócio, no transporte de passageiros, na indústria e no comércio, porque o frete mais caro pesa no preço dos produtos. Quem sofre é a população”, disse.

Segundo Maues, a CNTA quer que os parlamentares questionem a Petrobras. “O caminhoneiro leva essa responsabilidade, mas não queremos que seja usado como massa de manobra. Clamamos para que os representantes legais, os parlamentares, questionem a política de preços dos combustíveis. É um problema nacional e uma falta de sensibilidade, em plena pandemia, a empresa buscar lucro acima de tudo”, afirmou.

Paridade

De acordo com a Petrobras, “o alinhamento dos preços ao mercado internacional é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga sendo suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros refinadores, além da Petrobras”. Segundo a companhia, o equilíbrio competitivo é responsável pelas reduções de preços quando a oferta cresce no mercado internacional, como ocorrido ao longo de 2020.

A estatal informou, ainda, que as variações para mais ou para menos, associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais. “O preço da gasolina e do diesel vendidos na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias da Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis”, acrescentou.

Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a partir de levantamento de preços ao consumidor final em 13 capitais e regiões metropolitanas brasileiras, feito na semana 7 a 13 de fevereiro, a composição do preço da gasolina era a seguinte: 11% de revendas e distribuidoras; 14% de etanol anidro; 28% de ICMS, 14% de Cide, PIS/Cofins; e 33% de realização da Petrobras. No diesel, a composição, na mesma semana apurada pela ANP, era a seguinte: 14% de revendas e distribuidoras; 13% de biodiesel; 14% de ICMS; 8% de PIS/Cofins; e 51% de realização da Petrobras.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Pedido de socorro: 5 sinais de que seu carro está implorando por manutenção

Todo automóvel traz um plano de revisões programadas de acordo com a quilometragem ou o tempo de uso - o que vencer primeiro. 

Seguir o plano de manutenção é prática recomendável; 
vale também ficar atento aos sinais de problemas que o próprio veículo dá. 
Imagem: iStock/Getty Images 

Cumprir rigorosamente esse plano em oficina da rede de concessionárias, inclusive, é condição para que a garantia de fábrica seja mantida durante o período de validade. 

Porém, especialmente após a cobertura expirar, muitos motoristas "relaxam" e deixam a manutenção de lado, recorrendo a uma oficina somente na hora em que surgem problemas mais graves. 

Isso é bastante comum em carros mais antigos e rodados. 

O ideal, claro, é prosseguir com o plano de revisões, seja com um mecânico de confiança, seja em uma oficina oficial da fabricante. 

Além disso, antes de uma pane mais séria acontecer, o veículo começa a dar indícios de que algo não vai bem. Vale a pena prestar atenção no que seu carro está "dizendo". 

"Olhe com carinho para o automóvel e você perceberá que ele dá sinais" ensina Erwin Franieck, mentor de tecnologia e inovação em engenharia avançada da SAE Brasil. 

UOL Carros conversou com o especialista, que aponta cinco sinais de que está mais do que na hora de agendar aquela visita à oficina. 

1 - Ruídos na suspensão


Esse é um aviso clássico de que algo não vai bem no veículo e que ele está implorando por reparos. 

De acordo com Franieck, é importante ficar atento a ruídos, especialmente ao passar por buracos, valetas e outros terrenos irregulares. 

"As borrachas e os amortecedores falam conosco através destes ruídos", pontua o engenheiro. 

Ele ressalta que, se a inspeção do sistema de suspensão for realizada o quanto antes, a chance de ter de arcar lá adiante com um reparo mais caro e complexo só diminui. 

"Se você não cuidar disso logo no começo, lembre-se de que este ruído é choque entre metais, que gera pequenos desgastes a cada quilômetro rodado. Isso só vai piorar com o passar do tempo"

2 - Nível do óleo baixo antes do prazo


Todo o manual do proprietário traz as quilometragens e os prazos para troca do óleo lubrificante do motor e do respectivo filtro. 

Se o nível começar a baixar antes da hora prevista, esse é um indicativo de que pode haver problemas que requerem atenção e uma análise mais detalhada - sobretudo se o sintoma vier acompanhado de falhas no funcionamento do propulsor, como "engasgos" e perda de potência - além de aumento no consumo de combustível. 

O óleo pode estar passando por algum ponto para dentro da câmara de combustão e vice-versa. Isso compromete a ignição, a lubrificação e a eficiência do motor, acelerando o desgaste de componentes internos e reduzindo sua vida útil", alerta o engenheiro da SAE Brasil. 

"A cada dia, esse problema tende a aumentar. Isso sem considerar o aumento na poluição que a falta de lubrificação provoca, lançado elementos cancerígenos no ar".

3 - Oscilações na frenagem


Caso você perceba que o pedal do freio está muito baixo, esse é um indicativo de que está mais do que na hora de levar o veículo para uma oficina. 

Afinal, estamos falando de um item fundamental para a segurança. 

Oscilações na frenagem e ruídos metálicos são outros sintomas de problemas - que podem ir desde pastilhas e discos desgastados até algum vazamento do fluido de freio, que também pode ter sido contaminado pela umidade - que causa a formação de bolhas e reduz sua eficiência. 

"Não deixe para depois, vá logo ao seu mecânico de confiança. Aproveite e também verifique a profundidade dos sulcos dos pneus", recomenda Erwin Franieck. 

O especialista destaca que a banda de rodagem não pode estar no mesmo nível da marca TWI (tread wear indicator), que serve como referência relativa ao desgaste dos pneus. 

Caso isso aconteça, está na hora de trocar o pneu - vale lembrar que o equipamento também tem prazo de validade, informado na superfície lateral. 

"É necessário estar atento às condições dos pneus, principalmente na época de chuvas. De nada adianta os freios estarem bem se os pneus não estiverem. O risco de aquaplanagem, que é a perda da aderência com piso molhado, aumenta consideravelmente".

4 - Luzes de advertência


Esse é um "pedido de socorro" fácil de ser identificado e que não se deve ignorar. 

Após girar a chave e dar a ignição, ou apertar o botão de partida, em veículos dotados desse recurso, quase todas as luzes de advertência devem se apagar instantes após o motor começar a girar. 

Uma das exceções é a luz azul com o desenho de um termômetro, presente em alguns carros, que é desativada apenas após o motor alcançar a temperatura ideal. Outra luz que permanece acesa é a do freio de estacionamento - esta só se apaga depois de o condutor desativar o dispositivo de segurança para começar a rodar. 

"Não despreze esses sinais. Quando eles acendem, você pode ter certeza de que algo deve ser verificado", afirma Franieck. 

Ele recomenda atenção especial com as luzes vermelhas, como a da temperatura do líquido de arrefecimento e também a do nível/temperatura do óleo do motor. 

A luz da injeção de combustível, na cor laranja, também merece atenção e pode indicar uma série de falhas. 

"Caso alguma dessas luzes não se acenda, pode haver um problema no próprio painel, mas isso é muito raro de acontecer", complementa. 

5 - Odor de combustível


Esse é um alerta importante. Se você perceber cheiro de combustível com o carro estacionado na garagem ou em movimento, é possível que haja algum vazamento - o que traz, inclusive, risco de incêndio. 

"Nessa situação, reaja o mais rápido que puder e procure seu mecânico de confiança", destaca o especialista da SAE Brasil. 

Franieck também recomenda ficar sempre de olho em manchas de líquidos e fluidos acumulados no piso onde o carro ficou parado de um dia para o outro - este é outro sintoma clássico de algum vazamento. 

"Preste atenção também se existe algum odor de queimado, o que é capaz de indicar curto-circuito ou outro tipo de pane elétrica. Aproveite e inspecione regularmente se os faróis e as lanternas têm alguma lâmpada queimada".

sexta-feira, 3 de maio de 2019

ANTT decide não aplicar mais multas a caminhoneiros que descumprirem tabela de frete

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu isentar de multa os caminhoneiros autônomos que forem flagrados transportando cargas sem respeitar o piso mínimo do frete. A medida foi decidida na última terça-feira (30), em uma reunião da diretoria da agência.

O fim das multas aos caminhoneiros foi um dos pontos negociados entre o ministro de Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e representantes dos caminhoneiros, em uma reunião realizada em 22 de abril para evitar novas paralisações da categoria.

Reuters/Leonardo Benassatto/Direitos Reservados
Em nota, a ANTT informou que o relator do processo, diretor Marcelo Vinaud, argumentou que a aplicação de multas aos caminhoneiros estava desmotivando denúncias contra empresas que não respeitam a tabela do frete mínimo na hora de contratar o transporte.

A resolução da ANTT previa multas para quem contratasse o serviço e também para o caminhoneiro que aceitasse fazer o transporte abaixo do piso previsto na tabela.

A multa para quem contratar abaixo do piso variava de R$ 550 a R$ 10.500. Já a multa para o caminhoneiro que fizesse o serviço era de R$ 550.

Em uma reunião com o ministro de Infraestrutura, os caminhoneiros negociaram a criação de um canal de denúncias dentro das associações de autônomos. Em contrapartida, o governo se comprometeu a aumentar a fiscalização para incentivar o cumprimento da tabela.

A tabela de fretes foi criada no ano passado pelo governo Michel Temer como uma das concessões aos caminhoneiros para pôr fim à greve que bloqueou estradas e comprometeu o abastecimento de combustível, medicamentos e alimentos em todo o Brasil. A criação da tabela era uma das reivindicações da categoria.

Segundo a Agência Brasil, a ANTT aplicou 1.741 autos de infração por descumprimento da tabela de frete entre 3 e 25 de abril.

Reajuste

Em 24 de abril, a ANTT um reajuste médio de 4,13% para o preço mínimo do frete rodoviário, outra medida negociada entre o governo e os caminhoneiros.

De acordo com a agência, a lei que criou o piso para frete de caminhoneiros prevê que reajuste da tabela sempre que o preço do óleo diesel oscile mais de 10%, tanto para mais quanto para menos.

Ainda segundo a ANTT, o preço atual do diesel é 10,69% maior do que o usado no cálculo da tabela anterior.


NOVA TABELAS DE FRETE
Tabela de Preços Mínimos por KM e por Eixo - Carga Geral
De KM
Até KM
Custo por Km/Eixo
1
100
R$ 2,19
101
200
R$ 1,35
201
300
R$ 1,18
301
400
R$ 1,11
401
500
R$ 1,07
501
600
R$ 1,04
601
700
R$ 1,02
701
800
R$ 1,01
801
900
R$ 1,00
901
1.000
R$ 0,99
1.001
1.100
R$ 0,99
1.101
1.200
R$ 0,98
1.201
1.300
R$ 0,98
1.301
1.400
R$ 0,97
1.401
1.500
R$ 0,97
1.501
1.600
R$ 0,97
1.601
1.700
R$ 0,96
1.701
1.800
R$ 0,96
1.801
1.900
R$ 0,96
1.901
2.000
R$ 0,96
2.001
2.100
R$ 0,96
2.101
2.200
R$ 0,96
2.201
2.300
R$ 0,95
2.301
2.400
R$ 0,95
2.401
2.500
R$ 0,95
2.501
2.600
R$ 0,95
2.601
2.700
R$ 0,95
2.701
2.800
R$ 0,95
2.801
2.900
R$ 0,95
2.901
3.000
R$ 0,95
Obs: Veículo utilizado como base para o cálculo com 3 (três) eixos.
Tabela de Preços Mínimos por KM e por Eixo - Carga Granel
De KM
Até KM
Custo por Km/Eixo
1
100
R$ 2,14
101
200
R$ 1,33
201
300
R$ 1,17
301
400
R$ 1,10
401
500
R$ 1,06
501
600
R$ 1,03
601
700
R$ 1,02
701
800
R$ 1,01
801
900
R$ 1,00
901
1.000
R$ 0,99
1.001
1.100
R$ 0,98
1.101
1.200
R$ 0,98
1.201
1.300
R$ 0,97
1.301
1.400
R$ 0,97
1.401
1.500
R$ 0,97
1.501
1.600
R$ 0,96
1.601
1.700
R$ 0,96
1.701
1.800
R$ 0,96
1.801
1.900
R$ 0,96
1.901
2.000
R$ 0,95
2.001
2.100
R$ 0,95
2.101
2.200
R$ 0,95
2.201
2.300
R$ 0,95
2.301
2.400
R$ 0,95
2.401
2.500
R$ 0,95
2.501
2.600
R$ 0,95
2.601
2.700
R$ 0,95
2.701
2.800
R$ 0,95
2.801
2.900
R$ 0,94
2.901
3.000
R$ 0,94
Obs: Veículo utilizado como base para o cálculo com 5 (cinco) eixos.
Tabela de Preços Mínimos por KM e por Eixo - Carga Neogranel
De KM
Até KM
Custo por Km/Eixo
1
100
R$ 1,95
101
200
R$ 1,21
201
300
R$ 1,06
301
400
R$ 0,99
401
500
R$ 0,95
501
600
R$ 0,93
601
700
R$ 0,92
701
800
R$ 0,90
801
900
R$ 0,90
901
1.000
R$ 0,89
1.001
1.100
R$ 0,88
1.101
1.200
R$ 0,88
1.201
1.300
R$ 0,87
1.301
1.400
R$ 0,87
1.401
1.500
R$ 0,87
1.501
1.600
R$ 0,87
1.601
1.700
R$ 0,86
1.701
1.800
R$ 0,86
1.801
1.900
R$ 0,86
1.901
2.000
R$ 0,86
2.001
2.100
R$ 0,86
2.101
2.200
R$ 0,85
2.201
2.300
R$ 0,85
2.301
2.400
R$ 0,85
2.401
2.500
R$ 0,85
2.501
2.600
R$ 0,85
2.601
2.700
R$ 0,85
2.701
2.800
R$ 0,85
2.801
2.900
R$ 0,85
2.901
3.000
R$ 0,85
Obs: Veículo utilizado como base para o cálculo com 5 (cinco) eixos.
Tabela de Preços Mínimos por KM e por Eixo - Carga Frigorificada
De KM
Até KM
Custo por Km/Eixo
1
100
R$ 1,53
101
200
R$ 0,95
201
300
R$ 0,83
301
400
R$ 0,78
401
500
R$ 0,75
501
600
R$ 0,74
601
700
R$ 0,72
701
800
R$ 0,71
801
900
R$ 0,71
901
1.000
R$ 0,70
1.001
1.100
R$ 0,70
1.101
1.200
R$ 0,69
1.201
1.300
R$ 0,69
1.301
1.400
R$ 0,69
1.401
1.500
R$ 0,69
1.501
1.600
R$ 0,68
1.601
1.700
R$ 0,68
1.701
1.800
R$ 0,68
1.801
1.900
R$ 0,68
1.901
2.000
R$ 0,68
2.001
2.100
R$ 0,68
2.101
2.200
R$ 0,68
2.201
2.300
R$ 0,68
2.301
2.400
R$ 0,67
2.401
2.500
R$ 0,67
2.501
2.600
R$ 0,67
2.601
2.700
R$ 0,67
2.701
2.800
R$ 0,67
2.801
2.900
R$ 0,67
2.901
3.000
R$ 0,67
Obs: Veículo utilizado como base para o cálculo com 6 (seis) eixos.
Tabela de Preços Mínimos por KM e por Eixo - Carga Perigosa
De KM
Até KM
Custo por Km/Eixo
1
100
R$ 1,70
101
200
R$ 0,96
201
300
R$ 0,81
301
400
R$ 0,74
401
500
R$ 0,71
501
600
R$ 0,69
601
700
R$ 0,67
701
800
R$ 0,66
801
900
R$ 0,65
901
1.000
R$ 0,64
1.001
1.100
R$ 0,64
1.101
1.200
R$ 0,63
1.201
1.300
R$ 0,63
1.301
1.400
R$ 0,63
1.401
1.500
R$ 0,62
1.501
1.600
R$ 0,62
1.601
1.700
R$ 0,62
1.701
1.800
R$ 0,62
1.801
1.900
R$ 0,61
1.901
2.000
R$ 0,61
2.001
2.100
R$ 0,61
2.101
2.200
R$ 0,61
2.201
2.300
R$ 0,61
2.301
2.400
R$ 0,61
2.401
2.500
R$ 0,61
2.501
2.600
R$ 0,61
2.601
2.700
R$ 0,61
2.701
2.800
R$ 0,60
2.801
2.900
R$ 0,60
2.901
3.000
R$ 0,60
Obs: Veículo utilizado como base para o cálculo com 8 (oito) eixos.