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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

O frio dói

Não ter um teto, agasalhos, alimentos quentes em noites frias como as que estamos enfrentado nos últimos dias dói. Dói não só fisicamente, mas provavelmente também dói na alma por lembrar os motivos pelos quais foram parar naquela situação.


Solucionar seus reais problemas não está em nosso alcance, mas muitos de nós, mesmo com pouco podemos amenizar essa situação. E tendo convicção disso os sócios e membros do Jeep Clube de Campos, na noite da última segunda-feira, esteve em algumas das ruas centrais de Campos para levar cobertores, alimentos e sobretudo sua solidariedade.

Para fazer a diferença na vida de pessoas em situação de rua não é preciso muito, mas é preciso ter empatia, compaixão e respeito pelo seu próximo.

Na "abordagem" feita nesta semana muitos dos que se aproximaram do grupo pediam por roupas (agasalhos), meias, toucas, sapatos, barracas, água e café. Coisas relativamente simples que podem estar sobrando em sua casa, mas que podem fazer toda a diferença na vida dos nossos irmãos.

Então, se puder faça! Faça hoje, não deixe para amanhã. Se puder fazer apenas por um, faça, pois o Pai sabe de sua realidade e possibilidades.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Campanha de doação de Medula Óssea em Campos dos Goytacazes

Não fique de fora dessa: Doe amor! Doe vida! 
A oportunidade é agora, bem pertinho, aqui em Campos.

Perguntas frequentes: Doação de medula óssea
A doação de medula óssea é importante para o tratamento de pacientes com doenças que comprometem a produção normal de células sanguíneas, como as leucemias, além de portadores de aplasia de medula óssea e síndromes de imunodeficiência congênita. Entenda como se inscrever para ser um doador voluntário e como é realizado o procedimento.



O que é medula óssea?
A medula óssea, encontrada no interior dos ossos, contém as células-tronco hematopoéticas que produzem os componentes do sangue, incluindo as hemácias ou glóbulos vermelhos, os leucócitos ou glóbulos brancos que são parte do sistema de defesa do nosso organismo, e as plaquetas, responsáveis pela coagulação.

Quem necessita de transplante de medula óssea? 
Pacientes com doenças que comprometem a produção normal de células sanguíneas, como as leucemias; além de portadores de aplasia de medula óssea e síndromes de imunodeficiência congênita.
No caso específico das leucemias, é importante lembrar que a indicação de transplante irá depender do tipo de leucemia e da resposta inicial ao tratamento com quimioterapia e, em muitas situações, a doença pode ser curada, apenas, com tratamento convencional com quimioterapia e/ou radioterapia.

Quem pode doar medula óssea? 
Para se tornar um doador de medula óssea é necessário:
- Ter entre 18 e 55 anos de idade
- Estar em bom estado de saúde
- Não ter doença infecciosa transmissível pelo sangue (como infecção pelo HIV ou hepatite)
- Não apresentar história de doença neoplásica (câncer), hematológica ou autoimune (como lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide).

Como é realizado o procedimento para ser um potencial doador de medula óssea? 
Para o cadastramento, o doador deve apresentar um documento original de identidade e preencher um formulário com suas informações pessoais. Além disso, será necessária a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para testes de tipificação HLA – fundamental para a compatibilidade do transplante. Estes dados serão incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) e, em caso de identificação de compatibilidade com um paciente, você será contatado para realizar outros testes.

O que é o Redome? 
O Redome é o Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, responsável pela manutenção das informações de todos os doadores voluntários de medula óssea cadastrados no Brasil e pela identificação de possíveis doadores para pacientes brasileiros. Esta atividade está sob coordenação do INCA. Para maiores informações, acesse http://redome.inca.gov.br/

O que o doador deve fazer depois de ser cadastrado no Redome? 
O cadastro do doador permanecerá ativo no Redome até ele completar 60 anos de idade e, assim, ele poderá ser selecionado para um paciente ao longo de toda a sua vida. Por este motivo, é importante que o doador mantenha seus dados pessoais atualizados – o que pode ser feito através do site do Redome - http://redome.inca.gov.br/doador-atualize-seu-cadastro/.

Quais as chances de encontrar um doador compatível de medula óssea? 
Em função das características genéticas do sistema HLA, esta chance é de 30% entre irmãos e muito menor quando buscamos doadores não-aparentados. Por este motivo, existem os Registros de Doadores Voluntários em diferentes países, totalizando mais de 33 milhões de doadores no mundo. O Redome é, hoje, o terceiro maior registro e representa, para os pacientes brasileiros, a maior chance de encontrar um doador não-aparentado.

O que acontece com o doador de medula óssea antes da doação? 
Uma vez identificado um potencial doador compatível, ele é contatado e convidado a realizar novos testes de compatibilidade e uma avaliação clínica e laboratorial. Confirmada a compatibilidade com o paciente e o bom estado-de-saúde do doador, a doação é agendada. Este processo costuma levar 60 dias e não é necessária nenhuma mudança de hábitos de vida, de trabalho ou de alimentação.

Onde se inscrever para ser um doador voluntário de medula? 
O cadastro de doadores voluntários no Redome é realizado nos hemocentros de todo o país que podem, ainda, organizar campanhas em diferentes locais da sua cidade – procure seu hemocentro para obter informações sobre dia e horário. A lista completa está disponível em http://redome.inca.gov.br/doador/hemocentros/.

Como é realizada a doação de medula óssea? 
A coleta das células-tronco hematopoéticas é realizada em centros de transplante ou hemocentros públicos ou privados de todo o país autorizados pelo Ministério da Saúde e existem duas maneiras de obter estas células.
Na coleta de medula óssea, o procedimento ocorre em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação de 24 horas. As células serão coletadas através de punções na região pélvica posterior (osso do quadril) e dura cerca de 90 min.
Na doação por aférese, as células são coletadas diretamente da corrente sanguínea, através de um procedimento de aférese que dura cerca de 3 a 4 horas mas, neste caso, o doador deverá receber uma medicação por 5 dias para estimular as células-tronco.

Como é feita a escolha da fonte de células-tronco hematopoéticas para doação? 
O médico responsável pelo tratamento do paciente, irá indicar qual a fonte selecionada para transplante – medula óssea ou aférese - e o médico que avaliar o doador, irá discutir com ele os prós e os contras de cada método.

Quais são os riscos para os doadores de medula óssea? 
Na doação por punção da medula óssea, o doador costuma relatar dor no local da punção (quadril) que tende a desaparecer em alguns dias. A maioria dos doadores consegue retornar às suas atividades habituais após uma semana. Na doação por aférese de sangue periférico, o doador pode apresentar um quadro gripal durante o uso da medicação para estimular as células-tronco hematopoéticas mas poderá retornar às suas atividades no dia seguinte à doação. É importante mencionar que todas estas questões serão discutidas com o doador durante sua avaliação clínica.

Quanto tempo medula leva para se recompor? 
As células-tronco hematopoéticas se proliferam naturalmente e, por este motivo, cerca de duas semanas após a doação o organismo estará recuperado.

Como os pacientes recebem a medula óssea? 
Depois de um tratamento que destrói sua própria medula óssea com quimioterapia e/ou radioterapia, o paciente receberá a nova medula por meio de uma transfusão. Em três semanas, a medula transplantada já estará produzindo células novas.

Organização Mundial de Doação de Medula Óssea apoia campanha em Campos

A expectativa inicial do grupo é cadastrar em torno de dois mil doadores voluntários de medula óssea em Campos. Campanha será realizada nos dias 18 e 19 de outubro.


As diretrizes para a Campanha de Cadastro para Doadores de Medula Óssea, que acontecerá em Campos nos dias 18 e 19 de outubro deste ano, num encontro que reuniu representantes de diversos segmentos da comunidade, familiares de pacientes portadores de leucemia, além das equipes do Hemocentro Regional de Campos e do Laboratório de Histocompatibilidade e Criopreservação (HLA) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

A expectativa inicial do grupo é cadastrar em torno de dois mil doadores voluntários de medula óssea em Campos. Durante os dois meses que antecederão à campanha será produzido material de divulgação, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação, um processo considerado simples.

- Os cadastros dos doadores serão inseridos no banco de dados do Registro Nacional de Doadores de Medula (REDOME) - explica Mônica Falci, coordenadora da equipe do Laboratório de HLA-Uerj, responsável pelos cadastros de medula em campanhas externas.

O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para milhares de portadores de leucemia e de outras doenças do sangue e do sistema imunológico. O paciente que precisa de transplante de medula tem 25% de chance de encontrar um doador compatível entre irmãos do mesmo pai e da mesma mãe. Quando não é encontrado um doador na família, procura-se então um compatível que esteja inscrito no REDOME. Cerca de 70% dos pacientes recorrem ao banco de dados do REDOME e até mesmo do exterior.

- O transplante substitui a medula doente por uma saudável, fazendo com que o organismo do paciente passe a produzir, novamente, células de sangue - explica a diretora do Hemocentro Regional de Campos, Sandra Chalhub. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), dos 11 tipos de câncer mais incidentes no Brasil, a leucemia ocupa o 8º lugar entre os homens e o 11º entre as mulheres. Os dados são de 2018.

“As pessoas envolvidas na campanha de doação de medula em Campos têm um sentimento em comum: salvar vidas”, diz Chalhub, que comemora também o apoio do presidente da Organização Mundial de Doação de Medula Óssea, o médico australiano Jeff Szer, com quem esteve neste último fim de semana, durante congresso sobre Doença de Gauchë.

- É meu prazer estar no Brasil e ter a oportunidade de passar uma mensagem neste dia do Doador de Sangue, uma grande ocasião para se aumentar o banco de doadores. É algo incrível que todo mundo pode fazer: salvar vidas e aumentar a qualidade de vida para pacientes com doenças sanguíneas e outras desordens. Parabenizo a todos pelo trabalho que fazem e recomendo a todas as pessoas: tornem-se doadores para salvar vidas no Brasil e em todos os outros lugares. Muito obrigado a todos vocês, em nome da Organização Mundial dos Doadores e de todos os pacientes de transplantes - disse Jeff Szer, em mensagem gravada.

Fontes:

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Somos JIPEIROS!...

Somos também cidadãos e, como todo cidadão, passamos a semana “aprisionados” aos nossos deveres e compromissos(trabalhos, estudos, obrigações domésticas etc.). Porém, nos finais de semana praticamos nossa "terapia" nos enfiando nas trilhas, nas matas, nas erosões, na lama ou nas dunas, onde testamos nossos reflexos e habilidades dirigindo em locais de difícil acesso, superando obstáculos para chegarmos onde os carros “comuns” não conseguem ir seja por esporte ou lazer. E o melhor de tudo é colocar em prática a SOLIDARIEDADE, marca maior dos Jipeiros e praticantes do Off Road em qualquer parte do mundo, ajudando uns aos outros ou mesmo auxiliando a terceiros.



Nas mídias sociais facilmente encontramos notícias de Jipeiros auxiliando grupos de buscas e resgates de vítimas de tragédias em diversas localidades do País. Nestas circunstâncias, nossa “brincadeira” passa a ter um caráter de seriedade, de URGÊNCIA. Nosso lazer(ou esporte) passa a ser de relevante importância para salvar vidas.


Em vários Estados do Brasil, grupos de Jipeiros se juntaram e constituíram os chamados NÚCLEO DE APOIO À DEFESA CIVIL 4x4(NUDEC 4x4), onde os Jipeiros colocam-se com suas viaturas devidamente preparadas à disposição para prestar serviços voluntários à Defesa Civil em caso de catástrofes ou calamidades públicas(enchentes, resgates em acidentes em locais de difícil acesso etc.).


A preparação de uma viatura para uso em situações fora de estrada requer investimentos relativamente altos. A começar por pneus adequados para lama(os quais, em geral, são de tamanho maior do que os originais), além de outros equipamentos importantes, tais como: snorkel, pontos de ancoragem, cintas para reboque, rádio amador, guincho, pranchas de desatolagem, grade quebra mato, macaco hi-lift, suspensão elevada, bloqueio de diferenciais, gaiola de proteção(para carros sem capota), faróis auxiliares etc.


No Brasil existem inúmeras empresas atuando na produção, importação e comercialização de veículos 4x4 e acessórios específicos para melhorar a perfomance e, sobretudo, a segurança dos referidos veículos e de seus ocupantes nas diversas modalidades de atividades fora-de-estrada.


Por outro lado, a legislação de trânsito brasileira proíbe ou inviabiliza a utilização de alguns desses importantes e indispensáveis acessórios ou, ainda, dificulta a regularização dos veículos, mesmo quando se trata de equipamentos permitidos por lei. Além disso, algumas normas não traduzem com clareza o seu verdadeiro sentido. E, por conta disso, frequentemente, tomamos conhecimento de relatos de Jipeiros sendo advertidos, multados ou tendo a documentação do veículo apreendida.


Vivemos na busca de uma solução para esse impasse. Isto porque, sem a devida preparação, nossas viaturas tornam-se viaturas “comuns”, sem condições de superar os obstáculos numa situação fora de estrada. E, consequentemente, não teríamos condições de prestarmos os supramencionados serviços voluntários nos locais de difícil acesso.


Em campanha de governo foi prometida a redução da intervenção estatal na vida do cidadão. Porém, muitas assincronias precisam ser resolvidas, sobretudo, nas normas de trânsito, as quais impõem limitações por vezes desnecessárias nas vidas dos proprietários de veículos e também dos fabricantes e comerciantes de acessórios automotivos. Como principal exemplo, citamos a Resolução n° 292 do CONTRAN, de 29/8/2018, a qual impede a alteração do diâmetro dos pneus dos veículos 4x4, ou seja, na prática um proprietário não pode utilizar o veículo para a finalidade que foi concebido, impede o cidadão de gozar de sua propriedade, adquirida com o esforço do suor de seu trabalho. E, por outro lado, como foi dito, penaliza também fabricantes e comerciantes.


Por esses motivos, solicitamos que seja considerada a possibilidade de REVOGAÇÃO e/ou ALTERAÇÃO DO ART. 8°, incisos I e II,DA RESOLUÇÃO 292/2008 DO CONTRAN, e também de algumas mudanças no Código de Trânsito Brasileiro(a exemplo do que propõe o Projeto de Lei n° 1639/2019 - atualmente em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania).


Clamamos por uma regulamentação clara e objetiva, que nos permita circular legalmente com nossas viaturas em qualquer parte do Brasil, perpetuando a cultura da prática do Off Road e repassando o caráter de Solidariedade dos Jipeiros às futuras gerações.


Afinal, SER JIPEIRO É MUITO MAIS DO QUE POSSUIR UM VEÍCULO 4x4.

Brasil, 6 de outubro de 2019.

p/Jipeiros do Brasil
Cleomano Nunes de Souza (e- mail: cleomano@gmail.com.br)
Giovanni Pessoa Morano (e-mail: moranogp@hotmail.com)
José Lopes Ferreira (e-mail: lopesibele@gmail.com)

Fonte: https://www.facebook.com/lopesesibele.lopes/posts/1859345630878723

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Jeep Clube de Campos e Polícia Rodoviária Federal fazem parceria para recolherem donativos

Diante dos dia e noites frias que vem assolando o país e nossa cidade, o Jeep Clube de Campos no intuito de cumprir sua função de entidade social se juntou a Polícia Rodoviária Federal  na missão de arrecadar agasalhos (cobertores, casacos, toucas, luvas e meias) que serão doados a população em situação de rua.


A campanha iniciada primeiramente entre os associados do JCC, fará a primeira entrega de donativos amanhã (12/07) a partir das 17h em locais distintos dos bairros centrais da cidade e Guarus, juntamente com a oferta de cachorro e chocolate quente, café e refrigerante. No entanto, a arrecadação de donativos segue até a sexta-feira (19/07), quando será feita uma nova entrega a ser agendada.


Aqueles que quiserem e puderem doar devem entrar em contato com um dos associados do clube ou diretamente com  Marcos Faria, diretor social, através do (22) 99984-1005, para que uma equipe do JCC vá a casa dos doadores recolher o material, caso seja necessário. Os donativos também podem serem entregues na Delegacia da PRF em Campos dos Goytacazes, que fica no Km 65 da BR-101, próximo ao Shopping Boulevard.

Junte-se a nós nesta "empreitada". Qualquer ajuda será muito bem vinda. 👍

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Trilha do Papai Noel 2013

Finalmente galera! Após dois meses e meio sem fazer uma trilha, posso afirmar com todas as letras que lavei a alma e sujei toda a minha "Branquelinha".

Até a lente da máquina estava suja.
Tardou, o Natal já passou, mas eu não poderia quebrar a tradição e perder a oportunidade de fazer uma boa trilha e levar alguns brinquedos para a garotada. Papai Noel pode não existir, mas a Toyota Noel existe e, não há nada mais gratificante que fazer uma criança feliz e curtir muita adrenalina na lama, com amigos trilheiros.

Acho que fico mais feliz que as crianças.
No último sábado, para alegria da galera, o sol raiou com força e um grupo animado de Caça-Lamas, mais alguns amigos, incluindo minha cunhada Edna e seu esposo Neilson, se concentraram em Mineiros para mais uma trilha do Papai Noel. Saímos de lá eram 11h e alguma coisa. 

Foi um tal de atola e desatola...
Começamos a brincadeira entregando alguns presentinhos para as crianças, até que chegamos a "Trilha do Facão" que estava show de bola! Lama para sujar os carros não faltou... A primeira vez foi possível passar com uma certa tranquilidade, mas como alguns parceiros ficaram, fui "obrigado" a voltar, desatolei alguns e tive que sair de ré. Fui novamente desatolar outras parceiros, mas para minha felicidade geral: ATOLEI TAMBÉM e precisei de ajuda. Pela segunda vez tive que sair do Facão de ré. 

Saindo de ré.
Acredito que todos os homens presentes fizeram tratamento de pele a base de lama, por isso, estavam todos tão felizes. Deixamos a Trilha do Facão já passavam das 15h e demos uma esticadinha até o sítio de Mirinho para inaugurar o seu novo galpão com um pernil de porco assadinho, mais aquele churrasco suculento. Quer mais? Teve até tronco de sobremesa.

Quem veste a camisa e gosta do que faz, não tem frescura com lama.
Antes de fechar o dia fizemos, com a contribuição dos Caça-Lamas, compras para doar a uma família de Goytacazes que está passando por situação financeira difícil, a qual nos escreveu solicitando uma ajuda especial. E assim fizemos...

A pequena sofreu queimaduras graves pelo corpo, mas vem se recuperando bem.
Dia perfeito! 
Sensação de dever comprimido e totalmente desestressado. 
Agora sim posso afirmar que fechei o ano, com uma super trilha, é claro. 
E que 2014 seja repleto de muitas trilhas, muita lama e amigos.
Confira mais fotos aqui.

domingo, 25 de novembro de 2012

Dia nacional do doador voluntário de sangue

O Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue e comemorado neste domingo (25). Para marcar a data, o Hemocentro Regional de Campos, que funciona no prédio do Hospital Ferreira Machado (HFM), preparou uma semana dedicada aos doadores voluntários, que receberão lanche reforçado e um brinde como forma de agradecimento pelo ato de solidariedade.


Segundo responsável técnica pelo Hemocentro Regional, a médica hematologista Daniela Tinoco, a programação visa despertar o estímulo para aumentar o número de doadores de sangue. “Que seja uma semana de maior conscientização das pessoas sobre a importância da doação espontânea para salvar vidas e manter um estoque equilibrado capaz de atender a toda região”, ressaltou Daniela.

O Hemocentro Regional funciona diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Para doar sangue é preciso levar um documento original de identidade com foto, ter peso superior a 50 quilos, idade entre 16 e 67 anos, não estar em jejum e não ter ingerido alimentos gordurosos nas últimas três horas que antecederem à doação.


A ciência avançou muito e fez várias descobertas. Mas ainda não foi encontrado um substituto para o sangue humano. Por isso, sempre que precisa de uma transfusão de sangue, a pessoa só pode contar com a solidariedade de outras pessoas. Doar sangue é simples, rápido e seguro. Mas, para quem o recebe, esse gesto não é nada simples: vale a vida. Seja doador voluntário. Faz bem também para você. Porque a satisfação de salvar vidas é a maior recompensa.

O link abaixo pode esclarecer algumas de suas dúvidas.

A DOAÇÃO DEMORA DEZ MINUTOS E PODE AJUDAR A SALVAR VIDAS.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Doe Sangue

Periodicamente, principalmente nos dias que antecedem os feriadões, é comum vermos campanha de mobilização para que um maior número de pessoas se tornem doadores voluntários de sangue. Por isso, vinha arquitetando fazer uma postagem sobre o tema, mas antes de convocar terceiros achei melhor fazer a minha parte.

Fiz a minha parte.
Assim, no último domingo (22), eu e Rosana vestimos a camisa dos "Caça-Lamas" e nos encaminhamos ao Hemocentro Regional, o qual funciona no Hospital Ferreira Machado e atende 29 hospitais públicos e particulares de 16 municípios do Norte e Noroeste Fluminense. 

Rosana - grande incentivadora.  
Confiram abaixo informações básicas para os candidatos a doadores.

Condições básicas para doar sangue:
  • Sentir-se bem, com saúde.
  • Apresentar documentos com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo o território nacional.
  • Ter entre 18 e 68 anos de idade.
  • Jovens de 16 e 17 anos com o consentimento formal do responsável legal. 
  • Pesar acima de 50 kg. 
Recomendações para o dia da doação: 
  • Nunca vá doar sangue m jejum.
  • Repouso mínimo de 6 horas na noite anterior.
  • Não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores.
  • Evitar fumar por pelo menos 2 hora antes da doação.
  • Evitar alimentos gordurosos. 
Quem não pode doar?
  • Quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade.
  • Mulheres graviodas ou que estejam amamentando.
  • Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como aids, hepatite B e C, sífilis, e doença de chagas.
  • Aqueles que tiverem relacionamento sexual, com multiplos parceiros, nos últimos 12 meses.
O que acontece depois da doação?
  • O doador recebe instruções referentes ao seu bem-estar e cuidados que deverão se tomados, tais como:
  • Beber bastante líquido nas primeira horas 6 horas e alimentar-se normalmente.
  • Não fumar nas primeiras 2 horas.
  • Não praticar esportes radicais ou atividades de risco.
 O que acontece com o sangue doado?

Todo o sangue doado é separado em diferentes componentes (como hemácias, plaquetas, plasma e outros), e assim poderá beneficiar mais de um paciente com apenas uma doação. Os componentes são distribidos para hospitais e clínicas para atender casos de emergência, pacientes internados e pessoas com doenças hematológicas.



Hemocentro Regional de Campos.
Coleta todos os dias das 7h às 18h.
Tel.:(22) 27324260

Hospital Ferreira Machado:
(22) 27372500
Rua Rocha Leão, 02 - Caju, Campos dos Goytacazes-RJ 

Para informações sobre a coleta, entre em contato pelo telefone:
0800 2820250

 Faça a sua parte!!!