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quinta-feira, 30 de abril de 2020

Isolamento social? Saiba como lidar com o atual cenário global

A pandemia colocou todos em uma condição extremamente nova: a quarentena e o isolamento social. Por ser uma situação inédita, é necessário aprender a lidar com estresse, sobretudo, aqueles caminhoneiros que estão afastados, temporariamente, e acostumados a rodar o Brasil afora.


Para os profissionais do volante (cujo setor que atua está parado, faz parte do grupo de risco ou têm 60 anos ou mais), fazer o isolamento social é uma recomendação sábia em uma situação como essa, com exceção, é claro, para as saídas essenciais.

É nossa responsabilidade tomar consciência que todos, inclusive os profissionais da saúde, imprensa, caminhoneiros e caminhoneiras ou qualquer serviço considerado essencial para a sociedade devem seguir as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde) para lidar com a pandemia enquanto estão nas ruas e nas estradas.

Contudo, muitas outras questões devem ser levantadas em meio a isso. Pois ao mesmo tempo que ficar em casa é algo necessário, boa parte das pessoas não sabe ao certo como lidar com os sentimentos durante o “confinamento”.

Na verdade, essa é uma situação que coloca à prova uma certa fragilidade emocional que todos nós temos, algo que fica evidente em situações em que as distrações da nossa rotina (ir ao trabalho, ir a eventos, andar na rua, encontrar pessoas e etc) não são possíveis e nos vemos tomados por nossos pensamentos.

Por isso, é importante ter consciência de algumas coisas ao redor, e além disso, entender ao certo como lidar com o isolamento.

Embora muitas áreas e empresas tenham adotado o home office para que as atividades não fossem encerradas, nós sabemos bem que para vocês, estradeiros e estradeiras em todo o país, essa opção não existe.

Ainda assim, caso estejam buscando alguma fonte alternativa, confiram nosso conteúdo e ensinando algumas possibilidades de renda extra durante a quarentena. É só clicar!

Contudo, mesmo com seus serviços de transporte rodoviários interrompidos e a impossibilidade de acordar em um horário para fazer algumas atividades, é importante determinar tempos específicos para elas. Para isso você deve:

Estabelecer uma rotina

Essa é uma estratégia bastante eficiente para manter sua mente ativa e te ajudar a pensar positivo.

Se você conseguir se organizar, seja para realizar alguma tarefa doméstica, conserto de eletrodoméstico ou um móvel, por exemplo, ao fim do dia terá uma sensação de “realização”.

Filtrar bem as notícias

Nós aqui da revista Caminhoneiro buscamos trazer as informações mais claras e objetivas para vocês. Por isso, aconselhamos sempre que sejam seguidas as orientações da OMS sobre os cuidados com o coronavírus.

Isso porque, diante da pandemia muitas notícias sobre o assunto são veiculadas diariamente. Reduzir o fluxo enorme de informações e passar o dia todo lendo, vendo e ouvindo somente isso, é uma forma de evitar angústias. Lembrem-se: se informar é importante, mas a filtragem é essencial para que não seja nada excessivo.

Continuar em contato com as pessoas

Não se sinta sozinho!

A tecnologia nos permite, por meio da internet, estabelecer contato com outras pessoas. Embora ela não substitua a interação humana, em um momento como este, em que esse afastamento é necessário, essa é a melhor forma de não se sentir tão longe das pessoas próximas.

É fato que o mundo está passando por um momento bem difícil e precisamos encontrar as formas mais agradáveis, na medida do possível, de passar por isso.

Mais que ficar em casa, é saudável e melhor para todos se o afastamento social não afetar tanto nossa mente e corpo. Para isso, aprender algumas atividades para lidar com o isolamento social de maneira inteligente fará toda a diferença neste momento difícil.

sábado, 18 de janeiro de 2020

O Perigo dos Pontos Cegos do Caminhão, Principalmente Dentro das Cidades

Como condutores de veículos de grande porte temos a obrigação de dar preferência aos veículos menores, no entanto os condutores destes últimos não tem noção que existem pontos cegos que impossibilitam a visualização de todo o entorno dos grandes veículos. É preciso que todos tenham discernimento e conhecimento das regras gerais de trânsito. Todos podemos cooperar!  


Evitar acidentes no trânsito é parte do trabalho de quem dirige o dia todo, principalmente quando pensamos sobre o perigo dos pontos cegos do caminhão, principalmente dentro das cidades, que podem ocasionar acidentes fatais.

Acidentes acontecem por diferentes motivos, mas fato é que caminhões e ônibus são veículos de maior porte e que possuem pontos cegos que precisam de maior atenção e cuidado, principalmente quando consideramos o tráfego nas cidades.

O lado direito do caminhão por exemplo, possui pouca visibilidade e é uma das zonas mais perigosas, porque se uma moto por exemplo se encaixa nesse ponto cedo e o motorista do caminhão não percebe, ao realizar uma curva ele poderá atropelar o motoqueiro.

A quantidade e tamanho das áreas que são conhecidas como pontos cegos dependem diretamente das dimensões do caminhão em questão, mas elas requerem total atenção e cuidado por parte do caminhoneiro.

Respeito no Trânsito

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os veículos de pequeno porte possuem preferência sobre os de grande dimensão, passando a ser responsabilidade do caminhoneiro ter o cuidado de deixar que os veículos pequenos passem para que ele de fato possa fazer suas manobras de forma segura.

Infelizmente, não é o que acontece nas estradas! A falta de respeito e empatia entre caminhoneiros e motoristas, muitas vezes é o principal motivo para gerar acidentes.

O desejo de finalizar o frete acelerando ao máximo a viagem, somado às más condições das pistas brasileiras e a imprudência dos condutores de veículos de pequeno porte, causam um cenário propício para grandes tragédias.

Por isso, o mais importante recado desse post é que todos precisam se respeitar no trânsito, de modo que todos os motoristas terão sua oportunidade de passagem no momento correto, forçar ultrapassagens e ignorar as leis de trânsito pode ocasionar um acidente fatal.

Redobre a Atenção

Muitas vezes ao chegar em trechos mais movimentados da cidade o caminhoneiro já está cansado da longa viagem que fez até ali.
O que contribui para o aumento exponencial do risco de um acidente, principalmente com motos e bicicletas que facilmente podem se encaixar no ponto cego do caminhão por falta de conhecimento da existência do mesmo.

Evite dirigir seu caminhão na cidade quando você está cansado demais! Isso é uma medida de segurança consigo e com os demais, uma vez que o cansaço pode te impedir de conseguir evitar um acidente grave.

Aos Outros Motoristas
  • Como dica muito importante, termos alguns cuidados que todos os motoristas devem tomar ao dirigirem perto de caminhões, evitando acidentes graves, confira:
  • Nunca ultrapasse pelo lado direito do caminhão;
  • Sempre que estiver atrás mantenha uma distância segura do caminhão e fique mais a esquerda de modo que o motorista possa te ver;
  • Evite trafegar ao lado direito do caminhão;
  • Também existe ponto cego na parte dianteira do caminhão, por isso, é contra indicado que você desacelere após ultrapassar o caminhão;
  • Ao perceber que o caminhoneiro está tentando mudar de pista, seja paciente e respeite a necessidade desse profissional.
  • Vale lembrar que nas cidades, ônibus também possuem pontos cegos e justamente por isso, é muito comum observar acidentes graves entre ônibus e motos, porque elas se encaixam perfeitamente no ponto cego lateral do veículo ocasionando o acidente principalmente em curvas.
  • Os pedestres também precisam ter cuidado ao se colocarem para atravessar próximo a um caminhão, mesmo que ele esteja parado.
  • No trânsito todo cuidado e respeito é válido, servindo principalmente para que todos os envolvidos cheguem em segurança em suas casas ao final do dia.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Cometer uma destas 21 infrações pode suspender sua CNH por até 1 ano e meio

Quando o motivo da suspensão é o acúmulo de pontos na carteira, o número de infrações cometidas pelo condutor, em um período de 12 meses, é o que pode levar à perda do direito de dirigir por suspensão. 


Contudo, há casos em que o condutor pode ter a CNH suspensa por até um ano e meio ao cometer uma única infração. Refiro-me, assim, aos casos de cometimento de infrações autossuspensivas. 

Essa caracterização é dada a um grupo específico de infrações entre as que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) classifica como infrações gravíssimas. Ao cometer uma delas, o motorista gera um maior risco para a segurança no trânsito, em relação ao cometimento das demais infrações também consideradas gravíssimas.

Por isso, além de receber um alto valor em multa, o condutor ainda tem sua CNH suspensa. É importante que você, condutor, conheça as infrações que levam à suspensão sem o acúmulo de pontos. 

Assim, não será surpreendido por um processo de suspensão da carteira ao cometer apenas uma infração.

Quais infrações podem render até 1 ano e meio de suspensão?


Os casos em que o condutor pode ter sua carteira suspensa por até 1 ano e meio cometendo só uma infração, como você já viu, são específicos. Nesses casos, estão incluídas as seguintes infrações: 

- Artigo 165 - dirigir sob a influência de álcool. 
- Artigo 165-A - recusar a realização do teste do bafômetro 
- Artigo 170 - dirigir ameaçando os pedestres ou os demais veículos 
- Artigo 173 - disputar corrida 
- Artigo 174 - promover racha 
- Artigo 175 - realizar manobra perigosa 
- Artigo 176, inciso I - enquanto condutor envolvido em acidente, deixar de prestar socorro à vítima 
- Artigo 176, II - enquanto condutor envolvido em acidente, não adotar medidas de segurança local 
- Artigo 176, III -enquanto condutor envolvido em acidente, não facilitar o trabalho da perícia 
- Artigo 176, IV - enquanto condutor envolvido em acidente, recusar-se a mover o veículo do local 
- Artigo 176, V - enquanto condutor envolvido em acidente, não prestar informações para BO 
- Artigo 191 - forçar passagem entre veículos 
- Artigo 210 - transpor, sem autorização, bloqueio rodoviário policial 
- Artigo 218, III - transitar em velocidade superior a 50% da máxima permitida 
- Artigo 244, I - conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor sem usar capacete com viseira ou óculos e vestuário de acordo com o CONTRAN 
- Artigo 244, II - conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando passageiro sem capacete ou fora do assento correto 
- Artigo 244, III - conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor fazendo malabarismos e empinando 
- Artigo 244, IV - conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis apagados 
- Artigo 244, V - conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando criança menor de 07 anos 
- Artigo 253-A - usar veículo para interromper a circulação na via sem autorização 
- Artigo 253-A, §1º - organizar interrupção da circulação na via sem autorização

Infrações autossuspensivas têm multas variáveis

Dentre todas as infrações autossuspensivas, encontram-se algumas bastante conhecidas dos motoristas. Como exemplos, posso citar a infração por dirigir sob influência de álcool, descrita no artigo 165 do CTB. 

E, também, a infração por trafegar a uma velocidade superior ao limite da via em mais de 50%, indicada no artigo 218, inciso III, do Código de Trânsito. As duas infrações citadas como exemplo geram suspensão e multa. 

Contudo, o valor da multa é diferente para cada uma delas. Por isso, é importante você saber que todas as infrações gravíssimas inclusas no grupo de autossuspensivas levam à perda temporária do direito de dirigir, mas o valor da multa gerada por elas varia. 

Essa variação é determinada pela aplicação do fator multiplicador sobre o custo base de uma multa gravíssima. O valor base, que é de R$ 293,47, pode ser multiplicado por 2, 3, 5, 10, 20 e, até mesmo, 60. 

Dessa maneira, a multa terá um valor em conformidade com o fator multiplicador aplicado sobre ela. Dos dois exemplos de infração autossuspensiva, o primeiro citado - dirigir sob a influência de álcool - gera multa multiplicada por 10. Assim, nesse caso, a multa custará R$ 2.934,70. 

No segundo exemplo, constituído pela infração por dirigir em velocidade superior ao limite da via em mais de 50%, o valor base da multa gravíssima é multiplicado por 3. O valor da multa é, portanto, R$ 880,41. Há, no entanto, casos de infrações autossuspensivas em que a multa não é submetida ao fator multiplicador. Assim, seu custo é equivalente ao valor de base: R$293,47 - caso da infração por dirigir moto sem capacete, prevista no art. 244, I, do CTB


Tempo de suspensão muda conforme infração 

Quanto ao tempo de suspensão que você pode receber ao cometer uma infração autossuspensiva, também há possibilidades de variação. Os períodos podem chegar até a 18 meses, como indiquei anteriormente. 

O tempo de suspensão para quem comete esse tipo de infração será de, no mínimo, 2 meses e, no máximo, 8 meses, segundo art. 261, §1º, II, do CTB. 

Ao ser reincidente na infração, ou seja, ao cometê-la novamente no período de um ano, o tempo de suspensão aumenta. Ela poderá variar, assim, de 8 a 18 meses. Ou seja, apenas uma única infração, se cometida duas vezes, poderá deixá-lo sem dirigir por um ano e meio. 

Você precisa saber, no entanto, que algumas infrações autossuspensivas já têm seu tempo de suspensão especificado no dispositivo que as descreve no Código de Trânsito. 

Assim, retomando um dos exemplos anteriores, na infração por dirigir sob a influência de álcool, pode-se observar um tempo de suspensão específico da infração. 

O condutor flagrado dirigindo nessas condições poderá ter a carteira suspensa por 12 meses, sem possibilidade de alteração no tempo. 

Ao ser autuado por uma infração autossuspensiva, conhecer as especificações do tempo de suspensão também é importante. 

Inclusive, para você ter certeza de que as penalidades não estão sendo aplicadas de forma equivocada pelas autoridades. 

Apesar de serem infrações que podem causar maior prejuízo à segurança, as infrações autossuspensivas não geram penalidades irreversíveis. 

Direito à defesa é garantido aos motoristas

Todo condutor pode contestar uma penalidade decorrente de infração de trânsito registrada em seu nome, independentemente de sua gravidade. Por isso, antes de aceitar a suspensão, você pode tentar evitá-la por meio do recurso administrativo. 

O recurso para penalidades resultantes de infrações de trânsito pode ser feito em três etapas, sendo elas a defesa prévia, o recurso em primeira instância e o recurso em segunda instância. 

A defesa prévia pode e deve ser feita logo após o recebimento da notificação de autuação. Dessa forma, após saber que foi autuado, você pode recorrer, tendo um prazo mínimo de 15 dias para envio da defesa.

O recurso em primeira instância pode ser enviado ao órgão julgador no prazo indicado na Notificação de Imposição de Penalidade. 

A última etapa - o recurso em segunda instância - tem novo prazo de envio, indicado na notificação que informa o resultado do julgamento da etapa anterior. 

Essa etapa só pode ser enviada caso o condutor tenha apresentado recurso em 1ª instância. Por isso, fique atento às possibilidades e prazos de recurso para a infração autossuspensiva. 

Nos casos em que o condutor não entra com o recurso, ou tem a defesa indeferida, isto é, não aceita pelas autoridades, é preciso cumprir o tempo de suspensão.

Atente-se aos requisitos para voltar a dirigir 

O tempo de suspensão por cometer uma infração autossuspensiva é, em regra, determinado pela autoridade de trânsito e não deve ser violado. Contudo, não basta cumprir a penalidade para que você volte a dirigir normalmente. 

Após cometer uma infração autossuspensiva, para voltar a dirigir, é preciso realizar o curso de reciclagem da CNH e obter aprovação na avaliação escrita. 

Com a aprovação, o condutor deve apresentar o comprovante ao órgão de trânsito responsável pelo registro de sua habilitação. Assim, obterá sua CNH de volta e poderá voltar a assumir o volante.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

5 Tecnologias que trouxeram mais conforto aos caminhões

Desenvolver caminhões cada vez mais confortáveis está entre os principais objetivos das fabricantes. O motivo é simples. Um motorista descansado gera maior rentabilidade e tem menores chances de provocar um acidente.

Ao longo dos anos várias tecnologias foram incorporadas para facilitar a vida dos motoristas em viagens longas permitindo uma condução cada dia mais leve e eficiente.

Confira 5 itens que sofreram modificações e fizeram os caminhões deixarem de ser brutos entregando cada vez mais conforto aos condutores.

CABINE


As fabricantes melhoraram o espaço interno. Hoje o motorista consegue ficar em pé dentro da cabine. As camas, por exemplo, são oferecidas em diversos tamanhos para se adaptar melhor a altura do condutor. Além disso, as mudanças internas resultaram em melhor isolamento acústico das vibrações e também aumentaram o amortecimento para reduzir o impacto das irregularidades da pista.

DIREÇÃO


A direção, antes classificada como pesada e dura, hoje é hidráulica e oferece regulagens. O volante também é multifuncional permitindo ao motorista acionar a maior parte das funções e acessórios que interveem na condução. Com isso o motorista passou a ativar determinadas funções sem ter de se afastar do volante. Os primeiros comandos que passaram a ser introduzidos no volante foram os sistemas de rádio/CD. Com o tempo os comandos de outros controles também foram sendo acomodados no volante. Hoje o telefone celular, rádio, cruise control, limitador de velocidade e computador de bordo podem ser ativados do volante.

BANCO


Melhorar a ergonomia é uma das principais preocupações das fabricantes atualmente. O assento do motorista passou a ter maiores números de regulagens, acabamento, apoio lateral. Entre as regulagens possíveis estão o ajuste do encosto, da altura, inclinação, amortecimento entre outras.

PAINEL


O painel multifuncional facilita o motorista ter acesso as informações do caminhão e assim melhorar a sua dirigibilidade entregando mais economia de combustível e como consequência maior rentabilidade. O computador de bordo, por exemplo, mostra código de falhas do motor e sinaliza possíveis anomalias.

CAIXA AUTOMATIZADA


Entre as diversas transformações ocorridas no transporte rodoviário de cargas nos últimos anos, a caixa de transmissão automatizada merece destaque. Aos poucos ganhou a preferência do motorista por poder dirigir sem ter de fazer as trocas de marchas. Este item, embora esteja disponível no mercado há cerca de 15 anos, ganhou impulso no mercado brasileiro há bem menos tempo, tornando-se item de série dos caminhões pesados produzidos atualmente no País.

A transmissão automatizada é uma caixa de câmbio manual, cujas trocas de marchas são realizadas por atuadores hidráulicos que recebem comandos eletrônicos para acionar a embreagem e fazer os engates.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

E a cabine sumiu – o futuro autônomo e elétrico dos caminhões

Embora o Brasil já tenha recebido um exemplar, acredito que devido as condições de nossas vias e a imprudência contante dos motoristas brasileiros, (dos quais muitos se dizem profissionais), provavelmente não viverei para ver essas "máquinas" por aqui. Confiram:

Os veículos autônomos já são realidade e o uso dessa tecnologia está cada vez mais perto de incorporar nosso dia a dia. Na Califórnia (EUA), por exemplo, carros já podem circular nas ruas. O Vera, anunciado nesta quarta-feira, 12, diz muito sobre o futuro autônomo e elétrico dos caminhões Volvo – um veículo sem cabine que promete revolucionar o segmento.

Vera é o veículo comercial da Volvo que cumpre a função de caminhão com aparência de carro. A Volto defende que a novidade, lançada na Europa, contribuirá para um para um transporte mais eficiente, seguro e limpo a longo prazo. O conceito é indicado para empresas que precisam de transporte contínuo entre centros de distribuição fixos.


Função de caminhão com aparência de carro: o Vera é o novo veículo comercial da Volvo,
autônomo e elétrico ao mesmo tempo.| Imagem: Divulgação/Volvo Trucks
Por que é importante?

O crescimento da população mundial e o aumento da urbanização estão causando desafios significativos para a resolução de questões ambientais como congestionamentos, poluição e ruído excessivo. Essa demanda reflete diretamente no segmento de transporte rodoviário, que pede soluções inteligentes, econômicas e não poluentes – e é aí que entram as tecnologias autônomas e elétricas.
Imagem: Divulgação/Volvo Trucks


Operações regulares e repetitivas

Imagem: Divulgação/Volvo Trucks

O Vera foi desenvolvido especialmente para operações de transporte regulares e repetitivas, caracterizadas por distâncias curtas, grandes volumes de mercadorias e alta precisão na entrega. O transporte entre centros logísticos é um exemplo típico desse tipo de operação, mas há também outros.

Imagem: Divulgação/Volvo Trucks

“Como usamos veículos autônomos que não emitem gases nem geram ruído, sua operação pode ocorrer a qualquer hora do dia ou da noite. A solução utiliza a infraestrutura rodoviária e as carretas/reboques já existentes, tornando mais fácil recuperar o investimento e possibilitando a integração com as operações atuais”, explica Mikael Karlsson, vice-presidente de Soluções Autônomas da Volvo Trucks.

Como funciona?

De acordo com a montadora, a operação funciona por meio dos veículos elétricos autônomos, que estão vinculados a um serviço de dados em nuvem e a uma central de controle de transportes. Os veículos são equipados com sistema capaz de localizar a posição da composição com precisão de centímetros, monitorar de forma detalhada o comportamento dos outros veículos da via e, em seguida, responder com precisão de direção.


A central de controle de transportes monitora continuamente o andamento da operação, acompanhando a geolocalização do veículo, a energia da bateria, a carga transportada, requisitos de serviço e diversos outros parâmetros. Como em qualquer processo industrial, a velocidade e o andamento são adaptados para evitar esperas desnecessárias e aumentar a precisão da entrega.

Imagem: Divulgação/Volvo Trucks

Dessa forma, é possível minimizar o desperdício com estoques de mercadorias e aumentar a disponibilidade em todo o fluxo logístico. Os veículos que operam na mesma rota cooperam entre si para criar um fluxo otimizado.

Para o futuro autônomo e elétrico dos caminhões Volvo, a montadora espera aprimorar sua solução de transporte em parceria com clientes selecionados, que operam em aplicações compatíveis com a nova tecnologia.


Autônomos no Brasil

Veículos autônomos não estão presentes somente na Europa. Recentemente, a Volvo fez no Brasil sua primeira entrega comercial do mundo de caminhões com tecnologia autônoma. Além disso, há veículos testando diferentes tipos de automação em operações reais como caminhões de mineração (Suécia) e caminhões de coleta de lixo (Inglaterra). Há também protótipos autônomos de ônibus e equipamentos de construção da marca.

Confira o vídeo institucional do lançamento, em inglês:


O Vera, lançamento ds Volvo, estará na IAA, feira que acontece em Hanover/Alemanha e é a mais importante no segmento de veículos comerciais da Europa. A IAA apresenta ao mundo as novidades das montadoras para o setor de transportes e o Pé na Estrada estará por lá para mostrar o que há de novo para o estradeiro.


quinta-feira, 8 de março de 2018

Mulheres no comando do setor rodoviário de passageiros e de cargas

No Dia Internacional das Mulheres, a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) conta a história de Nahyra Schwanke, caminhoneira, de Solange Correa, motorista de ônibus, e de Márcia de Almeida, taxista.


A alemã Nahyra Schwanke, que chegou ao Brasil ainda bebê, tem 88 anos de vida e 60 de estrada. Não é à toa que carrega o título de caminhoneira mais antiga do Brasil. Subiu pela primeira vez em um caminhão aos 28 anos por necessidades familiares e, eventualmente, dirige até hoje. A mãe tinha um comércio pequeno, que cresceu rapidamente, no município de Não-Me-Toque (RS). Daí surgiu a obrigação da compra de um veículo para otimizar a distribuição do que era plantado na roça. “Como eu já dirigia trator, ela me disse para eu tirar uma licença, porque, dali em diante, eu faria as entregas”. 

Desde que começou, não parou mais. Rodou o Brasil de ponta a ponta. A cada dia, se tornava mais conhecida. Passou a ser contratada por transportadoras para fazer o deslocamento das cargas – na maior parte das vezes, leite, arroz e cevada. Da vida na estrada, tem recordações felizes e tristes. “Passei muita fome, porque não conhecia as cidades, pegava muito frete barato e sempre ia sozinha. Mas tudo tem um lado bom. Fiz bastantes amizades. Hoje eu demoro para voltar para as cidades, mas, quando retorno, sempre me perguntam com carinho por onde eu andava”, lembra. 

A caminhoneira teve que conciliar a profissão com o papel de mãe da filha Saleti. “Quando viajava, eram cerca de cinco dias para ir e mais cinco para voltar. Tinha que deixar a menina com meus pais. Naquele tempo, não havia celular. Esperava encontrar um posto de gasolina para ligar para casa e ter notícias”. Na estrada, sofreu preconceito. “Sempre faziam brincadeiras e me perguntavam se eu sabia dirigir ou até mesmo se eu não tinha vontade de me casar. Eu não ligava. Eram poucos os comentários e, na maioria das vezes, os homens me ajudavam”, ressalta.

Foto: Matheus Bruxel/Agência RBS

Hoje, a agilidade já não é mais a mesma, nem a saúde. Nahyra passou recentemente por problemas sérios no pé e correu o risco de ter as pernas amputadas. Mas, mesmo com mais dificuldade, assim que se recuperou, voltou para o caminhão, hoje automático. As viagens também diminuíram, mas ainda acontecem. A receita para a longevidade sempre foi não discutir com ninguém e dirigir dentro da lei. “Nunca tombei nem virei o caminhão. Multas foram poucas. Também não me envolvi em acidentes. Eu gosto mesmo é de dirigir”. O atual caminhão é novo. E, apesar de ter capacidade para 40 toneladas, ganhou um apelido da dona. “Quando eu saio com ele, sempre falo: ‘vamos, trenzinho!’. E sigo viagem”. 

Tradição de família inspira motorista de ônibus

Desde criança, Solange Correa já sabia a sua vocação. “Eu olhava para o ônibus e dizia: um dia vou ser motorista. Minha mãe perguntava se eu tinha certeza, e eu dizia que era o meu sonho. Hoje estou aqui”, diz. São 27 anos no modal rodoviário, sendo 18 como motorista. Começou como cobradora, foi manobrista e depois se tornou condutora. A família de irmãos carreteiros e de irmã motorista foi o incentivo necessário para que ela seguisse na profissão. 

Coragem não faltou para lidar com o universo essencialmente masculino. “Aqui tem muito homem. Geralmente, nas reuniões da empresa, vão uns 30 homens e só eu de mulher. Inclusive, quando eu vim fazer o teste, só havia eu de mulher e 29 homens. Eles perguntavam se eu ia dar conta. Resultado: dez homens foram reprovados e eu passei”, lembra. 

Fotos: Marcos Borges

Segundo ela, além do estigma de que a profissão “é de homem”, é preciso pulso para lidar com o preconceito da sociedade. “Já teve passageiro que, quando viu que eu estava dirigindo, falou que não ia seguir viagem. Eu percebo muita hostilidade, inclusive das próprias mulheres. Só lamento para elas. Perderam uma grande motorista.” 

Solange acredita que as profissionais do sexo feminino devem ter mais coragem para ingressarem no setor, mesmo com todos os estigmas. “Falta mulher de peito para dizer: ‘eu quero, eu vou’. Existe muita cobradora que quer ser motorista. Eu falo: vai à luta. Se eu passei, você também consegue.” 

O amor pela profissão está estampado nas palavras da motorista. “Eu me sinto muito responsável pelo ônibus. Transporto vidas ali. Algumas vezes, levo 135 pessoas em uma viagem. Qualquer vacilo pode ser fatal. A gente deve ter atenção, responsabilidade e firmeza”, pondera. E finaliza ao dizer como se sente ao dirigir: “Eu me sinto livre, leve e solta. Conduzo melhor que muito homem aqui. São meus próprios colegas de trabalho que dizem”, brinca. 

Mais que taxista, conselheira dos passageiros

A taxista Márcia de Almeida começou na profissão por acaso. Após o falecimento do pai, também taxista, e de o irmão não ter levado o ofício adiante, a mãe resolveu passar a licença do veículo para ela. O amor pelo táxi foi instantâneo. “É algo que eu faço com gosto. O trânsito não me estressa. Cada dia é uma novidade. Você acaba virando psicólogo porque ajuda o passageiro a resolver as coisas dele”, diz. 

Nesses 22 anos à frente do táxi, já viu de tudo. “Teve história de amor e casamento desfeito. Já peguei passageira para seguir o marido com a amante. Já corri para ajudar uma pessoa que ia fazer uma entrevista de emprego. Já levei gente para velório e dei palavra de conforto. Já comprei remédio. São pequenos detalhes que te dão prazer para trabalhar”.

Ao mesmo tempo em que teve passageiros amistosos, também foi vítima de preconceito. “Algumas mulheres não quiseram entrar no meu táxi pelo fato de eu ser do sexo feminino. A explicação que eu tenho é que elas não devem ter conseguido dirigir ou têm medo do trânsito”, comenta Márcia, que não se importa com esse tipo de análise. 


Na maior parte das vezes, as lembranças do ofício são boas, até mesmo do casamento com outro taxista e da filha de 6 anos, fruto da relação. Para conciliar a rotina, a mãe dela cuida da menina. Márcia leva a criança todos os dias para a escola às 7h40 e trabalha até as 21h. Ela conta que, depois da era dos aplicativos, o número de casos de assédio no táxi cresceu porque os passageiros acabam tendo o número dela registrado no celular. “Quando eu percebo que a aproximação ultrapassa as relações profissionais, eu me posiciono e digo que estou fazendo um serviço de transporte e que é o meu trabalho. Rapidamente eles param”, enfatiza a motorista. 

E assim ela segue conduzindo seu carro diariamente e lutando pelos direitos da categoria na vida pública e política. Também batalha para que mais mulheres ingressem na profissão. Quando começou, eram somente 12 taxistas em Brasília. Em outros momentos, o número chegou a 80. Mas, após a crise econômica que atingiu o país, houve queda significativa desse número e, atualmente, cerca de 25 mulheres trafegam pelas ruas da capital federal.



sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

A importância do curso MOPP no transporte de cargas perigosas

Carreteiro que dirige caminhão com carga perigosa deve ter a atenção redobrada ao conduzir o veículo afinal, qualquer imprevisto pode ser fatal, tanto para ele quanto para as pessoas que estiverem próximas do local de um eventual acidente.


Produto perigosos são todas as substâncias ou artigos encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo que, por suas características físico-químicas, representem risco para a saúde das pessoas, para a segurança pública ou para o meio ambiente.

A definição deixa evidente a responsabilidade do motorista que transporta carga perigosa e para isso ele deve estar preparado, pois este tipo de transporte é cercado de exigências. Uma delas é o curso de Movimentação de Operação de Produtos Perigosos, mais conhecido como MOPP.

O curso visa conceituar o produto perigoso, mostrar a legislação específica e as responsabilidades na operacionalização e tráfego desses produtos. Mas é importante ressaltar que esse curso não habilita o motorista para a condução de produtos perigosos.

O objetivo principal é proporcionar condições para que o carreteiro conduza o veículo com segurança, preservando a sua integridade física, a da carga, do caminhão e do meio ambiente, além de prestar um primeiro atendimento emergencial na ocorrência de qualquer acidente.

O MOOP deve permitir que o condutor conheça e aplique os preceitos de segurança adquiridos durante o treinamento e faça uso dos comportamentos preventivos e procedimentos no caso de emergência, desenvolvido para cada uma das classes de produtos perigosos.

Durante o curso, oferecido pelo Sest/Senat, são trabalhados temas como legislação de trânsito, direção defensiva, noções básicas de primeiros socorros, respeito ao meio ambiente, prevenção de incêndio, legislação do MOOP e movimentação de produtos perigosos.

Os carreteiros que transportam produtos perigosos devem ficar atentos também ao curso de reciclagem, obrigatório para todos os motoristas, independente da época em que foi realizado o MOPP, pois o mesmo tem validade de cinco anos.

O público alvo são os trabalhadores do transporte e o público em geral e o curso tem carga horária de 20 horas. O aluno deverá realizar uma avaliação ao final do curso e obter uma nota maior ou igual 60 (sessenta).

O motorista que estiver interessado em realizar o curso basta acessar o link e realizar o cadastro.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Motorista que estourar limite de 20 pontos perderá CNH por 6 meses

Desde 1º de novembro, o motorista que acumular 20 pontos ou mais na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) terá a carteira suspensa por pelo menos seis meses. O alerta é do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP). Antes, o tempo mínimo era de um mês. O máximo permanece em 12 meses.


O período maior de suspensão foi estabelecido pela Lei Federal nº 13.281, que promoveu alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em vigor desde novembro de 2016, a norma produzirá efeitos nos processos de suspensões a partir de agora porque o condutor é penalizado ao somar ou ultrapassar 20 pontos no período de 12 meses contados a partir da primeira infração.

Motoristas reincidentes na perda da CNH no período de um ano receberão a pena mínima de oito meses. Atualmente, nesses casos, é de seis meses. Já o tempo máximo permanece em 24 meses.

Quem foi notificado sobre a instauração do processo e acumular pontuação de infrações cometidas antes de 1º de novembro de 2016 ainda receberá penalidade de acordo com a regra anterior, partindo de um mês de suspensão. O prazo total é estipulado de acordo com o histórico do cidadão e da gravidade das infrações que constam em seu prontuário.

Entenda como funciona o processo de suspensão

O condutor não tem a habilitação suspensa imediatamente após somar os 20 pontos na CNH. Ele é notificado pelo Detran sobre a abertura do processo e tem o direito de apresentar defesa em diversas instâncias, conforme garante a legislação federal. O recurso pode ser apresentado de forma online no portal www.detran.sp.gov.br.

Ao ter a suspensão decretada, o cidadão recebe uma notificação para comparecer à unidade do Detran, entregar a habilitação e assinar o termo de suspensão, quando terá início o cumprimento da pena. A partir desse momento, o motorista está impedido de dirigir. Caso conduza qualquer veículo, poderá ter a habilitação cassada por dois anos.

Depois de cumprir a suspensão, a CNH será restituída e o motorista poderá voltar ao volante após apresentar o certificado de conclusão do curso de reciclagem – oferecido pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de forma presencial ou a distância. Quem tem a habilitação cassada, além da reciclagem, tem de refazer os exames médico, psicotécnico, teórico e prático de direção veicular.

Dados do Detran.SP mostram que a média mensal de suspensão da CNH cresceu 50% de 2015 para 2017 no Estado. Neste ano, entre janeiro e setembro, 424.625 condutores iniciaram o cumprimento da suspensão, enquanto em todo o ano de 2015 foram 377.341. Na Capital paulista, a média de habilitações suspensas cresceu 55%. Em 2017, foram 187.266 suspensões, ante 160.999 em 2015.

Os números incluem tanto as suspensões por somatória de pontos quanto as decorrentes de uma única infração que por si só leva à privação do direito de dirigir, como misturar bebida e direção, ultrapassar em 50% a velocidade máxima permitida na via ou praticar racha, por exemplo.

Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br/motorista-que-atingir-20-pontos-na-cnh-fica-suspenso-por-pelo-menos-6-meses/

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Você sabe como vai funcionar a CNH Digital?

Será que vai funcionar?

A partir de fevereiro de 2018 começa a valer a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). Ainda em fase de teste, a CNH digital será obtida através de um aplicativo, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android). A nova versão é um documento com o mesmo valor jurídico da impressa, mas com vantagens adicionais.


Uma delas é o fato dos motoristas poderem apresentar o documento de porte obrigatório, em formato digital, comprovado pela assinatura com certificado digital do emissor ou com a leitura do QRCode.
O dispositivo permite também que os agentes de trânsito consultem os dados dos documentos por meio de um aplicativo de celular, que fará a leitura do QRCode, como já é realizado com a CNH impressa.
“Estamos dando um passo à frente, desburocratizando o processo. Há um conjunto de padrões técnicos para suportar um sistema criptográfico que assegura a validade do documento. Com isso, quem esquece a CNH em casa, não estará sujeito à multa e pontos na carteira. Basta apresentar o documento digital”, destaca o ministro das Cidades, Bruno Araújo.
O Ministério das Cidades destaca ainda que a CNH impressa vai continuar sendo emitida normalmente.
 Como vai funcionar a CNH-e?
  • Cadastro – O usuário realiza o cadastro no Portal de Serviços do Denatran, confirma seu email com o uso de certificado digital. Para isso, o acesso deve ser efetuado por um equipamento que permita o uso desse certificado ou no balcão do Detran.
  • Ativação do cadastro – Será enviado um link para o e-mail informado. Em seguida deverá realizar o login pelo aparelho que deseja ter sua CNH digital.
  • Segurança – No primeiro acesso, será preciso criar um PIN para armazenar seus documentos com segurança. Inserir o PIN criado para poder visualizar seus documentos.
  • Exportar – a CNH eletrônica, conferido autenticidade aos dados do documento através da assinatura digital dos Detrans e do QRCode. Essa autenticidade pode ser verificada no Assinador Digital.
  • Bloqueio – Caso necessite bloquear o aparelho para impedir o uso de sua conta e acesso aos seus documentos, deve acessar o portal de serviços do Denatran com o certificado digital e solicitar o bloqueio.
  • O processo de emissão continua sendo feito pelos Detrans.
Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br/voce-sabe-como-vai-funcionar-cnh-digital/