Caminhoneiro por profissão, jeepeiro por hobby que vem compartilhar momentos de sua vida e eventos nesta página.
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terça-feira, 26 de maio de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Domingo com amigos
Atendendo a um convite de amigos do Taralamas, no último domingo passei o dia com eles em uma pescaria piquenique.
Na verdade, a pescaria deixou a desejar, mas o churrasco foi garantido, deixando a tarde fresca e chuvosa bastante agradável.
Homens, mulheres e crianças aproveitaram para colocar o papo em dia, contar muitos "causos" e aproveitar a vida, próximo a natureza e de uma forma simples aconchegante.
Detalhe: Com Branquelinha "internada" tive que ir com meu bruto, pois o ditado popular diz - "Quem não tem cão caça com gato." E o importante é participar.
Obrigado pelo convite Taralamas! Valeu!!!
Veja mais fotos.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
O que evitar na estrada
Quando o profissional da estrada está se preparando para ir pra estrada ele sempre pensa na rota utilizada, na quantidade de combustível que será consumido, com a segurança entre outros itens. Neste momento ele deve se preocupar também com o que ele NÃO deve levar para a vida no trecho. Fizemos uma lista de coisas que o carreteiro precisa ficar atento:
EXCESSO DE PESO
Uma aliada da frequente incidência de excesso de peso é a própria legislação da Lei da Balança, que estabeleceu em 25 de novembro de 1985 que a tolerância máxima seria de 5% sobre os limites do PBT estaria relacionada com a precisão da aferição das balanças rodoviárias, que época eram mecânicas. Porém, com o passar do tempo estabeleceu-se entre a maioria dos transportadores o mau hábito de aumentar o peso da carga transportada baseado nessa margem de 5%. Outra questão é que de acordo com a legislação, o excesso de peso por eixo não resulta em multa, a qual ocorre somente se o PBT estiver acima do determinado para o veículo, enquanto que, de fato, o impacto sob o pavimento acontece justamente pelo contato dos eixos.
SONOLÊNCIA
A sonolência contribui para tornar as rodovias mais perigosas. Para evitá-la, o motorista pode tomar alguns cuidados, como fazer refeições leves durante a viagem; não ingerir bebidas alcoólicas ou remédios que interfiram na capacidade de controlar o veículo; fazer paradas regulares a cada duas horas para descansar; viajar com alguém que possa se revezar ao volante; evitar viajar no período noturno e encontrar um local seguro para parar e descansar, caso sinta sonolência.
CANSAÇO
Cansaço e volante nunca combinaram. Tanto é verdade que a grande maioria dos acidentes tem suas causas apontadas como falha humana. Os motoristas de caminhão chegam a dirigir por mais de 12 horas seguidas e motivos para isso não faltam. Vão desde a necessidade de entregar a carga no horário combinado, como rodar mais para faturar mais e até para chegar mais cedo em casa. Porém, o cansaço provoca rebaixamento do estado de consciência, e a partir desse momento o motorista passa a dirigir de forma automática e sem segurança. Por isso, na maioria dos casos que ocorre um acidente, o motorista não consegue se lembrar dos segundos que antecederam aquela situação. Um estudo de universidade britânica apurou que o número de mortos, vitimados por acidentes nas estradas, decorrentes do cansaço dos motoristas, superava os mortos em acidentes causados por motoristas alcoolizados, o que levou o Departamento de Transporte do Reino Unido a lançar a campanha “Cansaço mata: tenha tempo para uma parada”.
REBITE
Embora neguem, muitos motoristas de caminhão utilizam rebite, droga que pode ser considerada como um dos principais inimigos da estradas. A substância, chamada de anfetamina, é um estimulante do sistema nervoso central e faz com que o cérebro trabalhe mais depressa e cause no motorista a impressão de redução da fadiga - já que consegue executar uma atividade qualquer por mais tempo -, de menos sono, perda de apetite e de aumento da capacidade física e mental. Essa mistura de falsas sensações faz com que os consumidores da droga percam parcialmente os reflexos. Outros possíveis efeitos são a dilatação das pupilas, dor de cabeça, tontura, aumento de batimento cardíaco e de pressão arterial, nariz e boca ressecados, perda de peso, desnutrição, ansiedade, problemas gástricos, inquietação motora, sensações de pânico, lesões irreversíveis no cérebro, visão desfocada, confusão de pensamento, etc. Caso haja um consumo exagerado da droga, o usuário pode ficar irritado, mais agressivo, com depressão, desorientação e descoordenação e ter delírios persecutórios (achar que os outros estão tramando contra ele).
ÁLCOOL
Dirigir sob o efeito de álcool é perigoso tanto para o motorista quanto para outros usuários das rodovias. Isso porque, este tipo de droga reduz a habilidade de controlar as más condições do trânsito, prejudica a capacidade de julgamento de situações e induz o motorista a desrespeitar as normas de trânsito, sem considerar suas conseqüências. Além disso, afeta a visão, o que impede uma avaliação correta da velocidade de seu carro ou dos outros e a distância em que se encontra em relação a outros veículos. Os especialistas alegam que, mesmo consumindo em pequenas quantidades, o risco existe.
Motorista sob o efeito do álcool:
• sente um falso estado de bem-estar,
• sensação de euforia
• excesso de confiança.
Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br/article.php?recid=13586
sábado, 9 de maio de 2015
Homenagem as Mães
Mães! Recebam o meu parabéns, carinho e respeito!
sexta-feira, 8 de maio de 2015
9ª Trilha do Trabalhador
Demorou galera, mas cheguei para contar as aventuras da 9ª Trilha do Trabalhador promovida por Os Caça-Lamas Jeep Clube, na sexta-feira, 1º de maio.
Este ano a nossa concentração foi na localidade de Olhos D'Água, onde a comunidade local nos recepcionou carinhosamente com um super café da manhã. Caça-Lamas e diversos amigos lá se reuniram para dar início a sua tradicional trilha e, diga-se de passagem, que trilha.
Saímos para trilha por volta das 12h, um tanto desmotivados já que São Pedro não mandou "aquela chuva", mas não foi por isso que a diversão foi reduzida, pelo contrário, as brincadeiras foram show de bola. Logo na saída o amigo Dudu Jeepeiro (Taralama) se jogou com seu Suzuki vala a baixo para fazer o esquenta.
Após o resgate do Suzuki, seguimos em direção ao Canal da Flechas e lá a galera se divertiu em campos, atolando e desatolando na lama. É, lá tinha lama e, areia também.
A próxima parada deveria ser na praia, mas no caminho fiz o resgate de uma bezerrinha (recém nascida) fujona que queria nos seguir. Acho que sofremos de "amor a primeira vista", ela não queria ficar na fazenda.
Animal entregue ao devido dono, aí sim seguimos para as praias de Quissamã. Mar, brisa, vento, passeio pela praia, atola-desatola e muita gente encantada com as belezas de nossa região.
Próxima parada: Barra do Furado! E lá que o passeio de Troller pela barra, virou um mergulho e a grande atração do dia.
Foram diversas as estratégias para regatar nossos amigos Braz e Clóvis (Jeep Clube Castelo), que mesmo com a bagagem toda molhada conseguiram rir da situação. Confesso que quando vi a cena agi por extinto e corri como um louco com uma cinta para ajudar, mas quanto vi que estava tudo bem relaxei e aproveitei para dar um mergulho.
Saímos de lá, com um belo por do sol. "As almas" estavam leves e/ou lavadas após um dia de muita aventura com família, amigos e parceiros. Click e veja mais fotos.
Em nome da família Caça-Lamas quero agradecer a presença e participação de integrantes do Jeep Clube de Campos, Taralamas, Jeep Clube de Castelo, Jeep Clube Ibatiba e a todos que nos deram a honra de sua presença em mais uma Trilha do Trabalhador. VALEU!!!
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Nova lei dos caminhoneiros entrou em vigor
Será que agora a coisa vai?
Foi publicado no DOU (Diário Oficial da União), desta sexta-feira (17), o decreto que regulamenta a Lei 13.103/2015, chamada Lei dos Caminhoneiros, que alterou normas sobre a atividade dos motoristas profissionais.
Entre as mudanças está a isenção da cobrança de pedágio sobre os eixos suspensos. Conforme o texto, as medidas técnicas e operacionais para viabilizar a gratuidade dependem de regras que serão fixadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), num prazo de 180 dias, para as rodovias federais concessionadas.
Já no caso das rodovias estaduais e municipais, as regras deverão ser definidas pelos órgãos reguladores específicos. Essas regulamentações fixarão os prazos para o cumprimento das medidas pelas concessionárias de rodovias. No entanto, a medida causa polêmica.
Confira matéria do sobre o tema:
A Artesp (Agência Reguladora dos Serviços Públicos de São Paulo), por exemplo, divulgou nota em que afirma que a lei é “juridicamente inaplicável” para as rodovias paulistas. Por meio de nota, o órgão afirma que “nas rodovias estaduais de São Paulo não haverá nova mudança tarifária” e que “desde 2011, o Estado vem adotando uma série de medidas que baratearam os custos com pedágio”.
A lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em março, prevê, também, jornada de trabalho de até 12 horas para os motoristas profissionais, sendo que duas horas são extras e mais duas horas devem ser acertadas por meio de acordo coletivo. A interjornada – período de descanso de 11 horas – pode ser fracionada. Mas todas as horas devem ser tiradas em um mesmo dia e oito devem ser consecutivas.
O tempo máximo de direção foi ampliado para até cinco horas e meia. A penalidade que poderá ser aplicada ao caminhoneiro que descumprir os períodos de repouso passa de grave para média. Permanece a retenção do veículo para cumprimento do tempo de descanso. Se o condutor for reincidente no último ano, a infração torna-se grave.
O poder público ainda tem a obrigação de publicar uma relação com locais de descanso e adotar medidas, em até cinco anos, para ampliar a disponibilidade desses pontos. Pelo regulamento publicado no DOU, caberá ao Contran (Conselho Nacional de Trânsito) regulamentar os modelos de sinalização, de orientação e de identificação dos locais de espera, de repouso e de descanso dos motoristas profissionais. Também deverá tratar sobre o uso de equipamentos para verificar se o veículo se encontra vazio e demais procedimentos para a fiscalização de trânsito.
Fonte:Agência CNT de Notícia
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